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Distrito 4571 - 30 milhões de pessoas dependem dessas águas

Nós rotarianos temos o hábito importante e fiel de comemorarmos as datas, mormente aquelas de maior significado para os locais onde estamos geograficamente localizados. Pois então, por conta disso, vou dar uma parada momentânea com os textos orientativos aos Clubes de Rotary sobre o desenvolvimento de projetos na área ambiental e vou aproveitar para destacar algumas peculiaridades do mês de setembro, que são de grande significado para todo o Distrito 4.571. Setembro é um mês ambientalmente interessante e importante porque, a partir do dia 22, saimos do Inverno e adentraremos no período da Primavera (“Primeiro Verão”), a Estação das Flores, cujo significado é representado como um novo ciclo de nascimento da vida. O Inverno se caracteriza pelos dias longos e frios e a Primavera pelos dias e noites iguais e mais quentes. Aqui no Brasil, não se percebe muito a diferença entre o Inverno e a Primavera devido a nossa condição tropical. Isto é, nossa posição geográfica na Zona Tórrida e nossa proximidade com a Linha do Equador.  Na época de Primavera, além dos dias se igualarem às noites, praticamente tudo fica naturalmente mais bonito, porque o aumento da temperatura favorece a reprodução da maioria das plantas e os ambientes se encontram mais floridos e perfumados, tanto nas áreas naturais como nas áreas construídas, urbanas ou rurais. Os animais que estavam hibernando ou que apenas se escondiam do frio, começam a reaparecer voltando às suas atividades. Os pássaros e os insetos surgem mais facilmente e pululam em grande quantidade nos diferentes ambientes.  Mas, nós, aqui no Distrito 4.571, além da chegada da primavera, temos um motivo a mais para comemorar. Todos nós já sabemos que, quase todo o nosso distrito rotário, salvo o extremo norte e parte do leste litorâneo do Estado do Rio de Janeiro, dependem diretamente das águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul. Pois então, é exatamente sobre duas datas referentes a esse aspecto, nossa Bacia Hidrográfica, que eu vou discorrer um pouco.  O Rio Paraíba do Sul, além de dar nome, também é o maior (1.130 Km de extensão) e o principal curso d’água da Bacia Hidrográfica. No passado, o Rio Paraíba do Sul, resultava do encontro natural entre dois outros rios: o Rio Paraitinga, que nasce no município de Areias (aproximadamente a 1.800 metros de altitude) e o Rio Paraibuna que nasce no município de Cunha (aproximadamente 1.600 metros de altitude), ambos na Serra do Mar - Estado de São Paulo. Esses dois rios corriam paralelamente pelas encostas da Serra do Mar, no sentido sul e se encontravam naturalmente no município de Paraibuna.  O encontro natural hoje não existe mais, porque desde a década de 1970, toda essa área faz parte do grande lago artificial da Represa de Paraibuna, onde os dois rios desaguam. Barragem de Paraíbuna.   Deste modo, hoje o Rio Paraíba do Sul, “nasce” a partir da Usina Hidrelétrica de Paraibuna. Aqui "nasce" o Rio Paraíba do Sul - Usina de Paraibuna.   Como já foi dito, o Distrito 4.571 é quase totalmente abastecido pelas águas dessa Bacia Hidrográfica, que ainda abastece, parte do Sudeste de Minas Gerais e grande parte da Região Metropolitana de São Paulo. Cabe ressaltar ainda, que, mais de 62% da água de toda a Bacia Hidrográfica se encontra represada nesse imenso reservatório de Paraibuna. Reservatório de Paraibuna.   No seu começo, o Rio Paraíba, continua se dirigindo no sentido sudoeste, mas um pouco mais abaixo, no município de Guararema, ele encontra a Soleira de Arujá (um maciço rochoso), o qual não consegue transpor e faz uma volta “Cotovelo de Guararema”, mudando totalmente de sentido e seguindo agora a noroeste. Assim, atravessa a ponta leste do Estado de São Paulo e todo o Estado do Rio de Janeiro, até desaguar no Oceano Atlântico no Distrito de Atafona, no município de São João da Barra. Aqui no Estado de São Paulo, através de legislação estadual, no dia 22 é comemorado o Dia do Rio Paraíba do Sul (Lei nº 12.094 de 11 de outubro de 2005) e no dia 23 o Dia das Nascentes do Paraíba do Sul (Lei nº 13.887 de 15 de dezembro de 2009). Essas duas datas, embora sejam datas comemorativas do Estado de São Paulo, na verdade, são datas muito mais importantes para o Estado do Rio de Janeiro, pois são os cariocas e fluminenses que mais dependem das águas do Rio Paraíba do Sul.  O nosso Distrito 4.571, com 20 milhões e outros quase 10 milhões de pessoas de parte de Minas Gerais e de São Paulo só se mantém graças ao Rio Paraíba do Sul e sua Bacia Hidrográfica. Sendo assim, reforcemos nosso voto de compromisso com a manutenção da qualidade e da quantidade dessas águas para o bem de nossa região e dos cerca de 30 milhões de pessoas que delas dependem. Companheiros, nossa Carta do Seminário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Distrito 4.571 à Sociedade, publicada em 27 de fevereiro de 2021 não pode ser esquecida.     Luiz Eduardo Corrêa LimaCoordenador da Subcomissão de Meio AmbienteRotary International Distrito 4.571 Associado do Rotary Club de São José dos Campos-Urupema

Importância do Monitoramento e Avaliação de Projetos de Subsídios

Segundo a Itaú Social¹ (2021), os investimentos em projetos sociais ocupam cada vez mais destaque na agenda da iniciativa privada. As ações das empresas nesse campo evoluíram da caridade para as ações definidas como Investimento Social Privado (ISP). Nesse cenário, para a Itaú Social (2021), o monitoramento e a avaliação ganham ainda mais importância para subsidiar a gestão no aprimoramento de projetos e para otimizar a alocação de recursos. Estes instrumentos são cruciais, ainda, para apoiar as organizações no desafio de serem efetivas e criativas no enfrentamento a problemas sociais complexos: Os Monitoramentos e as Avaliações, não estão restritas a apenas um método de pesquisa e são fundamentais para qualificar o processo de tomada de decisão; Um bom Monitoramento e uma boa Avaliação propicia ampla prestação de contas não só aos financiadores, como aos participantes do projeto e à sociedade em geral. Desta forma, contribui para o aumento da transparência e permite uma tomada de decisão mais focada na adequação das estratégias e processos ao contexto, bem como na criação de novas iniciativas. Realizado pelo Grupo de Instituto Fundações e Empresas – GIFE², com seus associados, desde 2001, o Censo GIFE é uma pesquisa bienal, quantitativa, auto declaratória e voluntária, que fornece um panorama sobre recursos, estrutura, formas de atuação e estratégias das empresas e dos institutos e fundações empresariais, familiares e independentes que destinam recursos privados para projetos de finalidade social. Ao apresentar as principais características e tendências nas práticas do investimento social e da filantropia, o Censo GIFE presta suporte ao planejamento, estruturação e qualificação da atuação dos investimentos sociais (Portal de Dados do Investimento Social - MOSAICO³,2021). Em relação ao Monitoramento, Figura 1, o Censo GIFE 2018, perguntou: Qual a principal área/equipe responsável por coletar essas informações? Figura 1: Área/Equipe Responsável por Coletar as Informações. Fonte: MOSAICO (2021). Também, com relação a Avaliação, Figura 2, o Censo GIFE 2018, perguntou: De maneira geral, qual o grau de importância dos objetivos das avaliações de projetos/programas realizadas pela organização respondente? Figura 2: Grau de Importância dos Objetivos das Avaliações. Fonte: MOSAICO (2021). A Fundação Rotária nitidamente acompanha a maioria dos Institutos, Fundações e Empresas, associadas ao GIFE. Em seu suplemento: Plano de Monitoramento e Avalição de Subsídios, encontram-se: “os critérios padronizados da Fundação Rotária para cada área de enfoque, além de terminologia padrão, definições e métodos de medição. A utilização destes critérios ajuda a Fundação a monitorar o trabalho e os respectivos resultados de rotarianos em todo o mundo, e a divulgá-los a partir das mesmas definições usadas por outras organizações sem fins lucrativos”. De muita importância, para quem submete um pedido de subsídio a Fundação Rotária, o suplemento aponta etapas de Monitoramento e Avaliação, como segue: Estabelecimento de metas claras para o projeto; Identificação dos critérios padronizados da Fundação Rotária que se aplicam; Identificação de critérios adicionais específicos; Estabelecimento de dados preliminares e métodos que serão usados para coletar os dados; Apresentação do plano no pedido on-line de subsídio; Coleta de dados durante o projeto e monitoramento do progresso; Avaliação dos dados e envio dos resultados para o relatório on-line. Modificação da documentação para incluir resultados reais. Diante do exposto, e, com relação ao monitoramento e avaliação de projetos de subsídios propostos à Fundação Rotária, deve-se entender como necessário e muito útil, principalmente para o fortalecimento da confiabilidade de nossa Fundação.     Dante Bachi JuniorPresidente da Subcomissão Distrital de Subsídios e Projetos,e da CADRE Distrital, 2021-22   (¹) https://www.itausocial.org.br/programas/fortalecimento-da-sociedade-civil/monitoramento-e-avaliacao-2/(²) https://gife.org.br/(³) https://mosaico.gife.org.br/censo-gife/monte-seu-grafico?contexto=org&grafico=q6

Tutorial para Redefinição de Senha

A Equipe de Suporte a Clubes e Distritos está sendo desabilitada para redefinir senhas de usuários do Meu Rotary por questões de segurança e privacidade de dados, segundo a nova Lei da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Os usuários que perderem ou bloquearem os dados de login deverão seguir os protocolos do site, que estão disponíveis no seguinte tutorial https://www.youtube.com/watch?v=MQcYK-9pfRY. Em caso de dúvidas ou dificuldades entrar em contato diretamente através do e-mail [email protected].  O departamento de dados será o canal exclusivo para suporte ao Meu Rotary, contando com uma equipe especializada de aproximadamente 100 funcionários para tanto. Salientamos que os chamados levam cerca de 7 dias úteis para solução. Portanto, antecipem a checagem do login e considerem esse tempo reposta para suas necessidades. Contamos com a sua compreensão e colaboração ao atendimento desse novo protocolo.         Equipe de Suporte a Clubes e Distritos (CDS)Fonte: Rotary International Brazil Office   

Proteger e ampliar as áreas florestadas naturais existentes

Companheiros no artigo anterior falamos sobre as formas mais simples e mais comuns dos Clubes de Rotary intervirem na proteção da vegetação no âmbito de seus municípios, desenvolvendo projetos de arborização, recuperação e restauração de áreas urbanas. Entretanto, existem outras maneiras mais efetivas e talvez, muito mais interessantes e eficazes dos clubes atuarem, quanto ao auxílio ao Meio Ambiente e à manutenção da qualidade de vida, que é trabalhando no sentido de proteger e ampliar as áreas florestadas naturais existentes. Muitos municípios ainda possuem grandes áreas de matas naturais, na maioria das vezes secundárias ou terciárias, porém nativas. Isto é, florestas relativamente novas, mas que se desenvolveram naturalmente. Pois então, atualmente, muitas dessas áreas são as que mais sofrem pressões, principalmente imobiliária, para a implantação de grandes empreendimentos. Embora, grande parte dessas áreas já seja legalmente protegida pelo Código Florestal e por outras leis Federais ou Estaduais, ainda assim, existem projetos que se aproveitam de brechas da legislação ou da “benesse” de certos administradores públicos ou mesmo que se beneficiam diretamente das embustices de alguns picaretas de plantão, que acabam permitindo a criação de mecanismos alternativos para desmatar e ocupar essas áreas.  Algumas vezes, até áreas definitivamente impróprias por oferecem de riscos acentuados de acidentes acabam sendo utilizadas. Não importa qual seja a situação ambiental, o “empreendedor” não quer saber, e obviamente ele afirma que consegue dar um jeito na situação e assim, progressivamente essas áreas vão sendo reduzidas até se exterminarem totalmente. Tenho certeza de que todos os companheiros têm exemplos desse tipo de situação, porque essa é, infelizmente, uma coisa bastante comum nos nossos municípios. Pois então, é possível evitar que isso aconteça. Basta transformar essas áreas em Unidades de Conservação de Proteção Integral dos Municípios. Isto é, o município estabelece uma lei que determina que aquela determinada área é um Parque, uma Reserva, um Santuário, um Monumento Natural que precisa ser protegido e isso garantirá que a área fique intocada definitivamente, porque qualquer tentativa em contrário será negada e qualquer ação degradadora efetiva será um crime. Sim, mas os Clubes de Rotary não têm o poder de laborar leis. Assim, o que os Clubes têm a ver com isso? Onde e como eles podem atuar e ajudar? Primeiramente vou explicar melhor o que vem a ser uma Unidade de Conservação. Segundo O Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC (Lei Federal nº 9.985, de 18 de Julho de 2000) considera que “uma Unidade de Conservação (UC) é um espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo Poder Público, com objetivos de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção”.  O SNUC também estabelece dois tipos básicos de Unidades de Conservação: UC de Proteção Integral, englobando 5 categorias, onde nada pode ser feito, além da proteção e da pesquisa científica e UC de Uso Sustentável, englobando 7 categorias onde alguns usos são permitidos, desde que mantida a área conservada. A definição da categoria da UC é consequência dos próprios estudos de implantação das Unidades, que acaba se auto definindo pela sua conformação socioambiental. Muitos municípios ainda têm áreas específicas que podem e devem ser definidas como Unidades de Conservação de ambas as categorias.   É óbvio que os Clubes de Rotary não fazem leis, mas eles são compostos por pessoas (rotarianos) que são líderes profissionais em suas respectivas comunidades e que podem exercer grandes pressões políticas nas populações locais, nas entidades e organizações sociais (ONGs) e principalmente nas Prefeituras e nas Câmaras Municipais. Desta maneira, os Clubes podem sugerir a criação de Unidades de Conservação Municipais ou apoiar e incentivar outras entidades e organizações (ONGs) que estejam interessadas na definição dessas Unidades de Conservação no Município.  O crescimento do número dessas áreas é tarefa ambiental importantíssima para a proteção de ecossistemas naturais, manutenção de bancos genéticos nativos e de guarda eterna de belezas cênicas. Os Clubes de Rotary como entidades e os rotarianos como cidadãos certamente podem atuar nessa área, prestando grandes serviços à sociedade, sem gastar praticamente nenhum recurso financeiro. Além disso, os Clubes de Rotary podem e devem seguir acompanhando e fiscalizando as Unidades de Conservação que ajudaram a criar, fazendo parte dos respectivos Conselhos Gestores das unidades.     Luiz Eduardo Corrêa LimaCoordenador da Subcomissão de Meio AmbienteRotary International Distrito 4.571 Associado do Rotary Club de São José dos Campos-Urupema

Bolsista Rotary pela Paz reflete sobre o Afeganistão

As notícias vindas do Afeganistão são dolorosas de assistir. Muitas dessas imagens de sofrimento - o avião de carga cheio de refugiados e, especialmente, a imagem do bebê sendo passado por arame farpado para um soldado - me lembraram da experiência de minha própria família como refugiados. Quarenta e nove anos atrás, eles foram forçados a fugir de sua casa em Uganda junto com outras 50.000 pessoas, quando um ditador assassino os ameaçou com genocídio. Defesa Um Meus pais não notaram muito. Com seus vistos, minha mãe, meu pai e meu irmão (que tinha apenas seis meses) tiveram 48 horas para fazer as malas e partir. Não houve tempo para se despedir ou se organizar adequadamente. Pior, meus pais foram roubados dos poucos pertences que carregavam no caminho para o aeroporto. Os ladrões levaram tudo, exceto as roupas do corpo e as joias de casamento da minha mãe, que ela havia escondido na fralda do meu irmão. Mais tarde, ela o usou para abrir sua primeira conta bancária na Inglaterra. Os pais de Kiran Singh Sirah estavam no equador de Uganda na década de 1970, antes de serem forçados a fugir de um ditador. Quando me mudei para Jonesborough, há oito anos, conheci Scott Niswonger, um empresário e filantropo local. Quando ele perguntou sobre minha experiência durante o café, contei-lhe sobre a história de meus pais. Em resposta, ele compartilhou que, na época em que meus pais fugiram, ele era um piloto de avião de carga que entregava alimentos e suprimentos para refugiados na fronteira com Uganda. Eu fiquei chocado. Aqui estava eu, o cara novo na cidade, apertando a mão de um homem que havia ajudado meu povo há muitos anos, a milhares de quilômetros de distância, antes de eu nascer. Hoje, Nikki Niswonger, sua esposa, atua no conselho do ISC, e sua Fundação Niswonger se tornou uma das maiores parceiras e apoiadoras do International Storytelling Center. É realmente um mundo pequeno! Atos de bondade, sejam grandes ou pequenos, repercutem em nossa vida de maneiras surpreendentes e inesperadas. Tento ter isso em mente quando vejo pessoas no noticiário que estão em grande perigo. Entre as histórias de turbulência, caos e medo, também há histórias de amor, compaixão e resiliência. É vital perguntar como nós, como indivíduos e como organizações, podemos ajudar outras pessoas nestes momentos de crise. Não estou falando tanto de grandes gestos quanto de pequenas ações. Elaborei esta lista que, espero, seja um ponto de partida para qualquer pessoa em busca de ideias. Verifique com o pessoalUma lição que acho que todos nós aprendemos durante a pandemia é verificar com seu pessoal. É claro que isso é verdade em nossas vidas pessoais, mas também é relevante no nível institucional. Em tempos de crise, é muito fácil trabalhar em silos enquanto lutamos pelo isolamento. Ao ficarmos cientes dos projetos, esforços e ideias uns dos outros, podemos ajudar quando necessário, evitar redundâncias, encontrar inspiração e promover o trabalho uns dos outros. Oferece várias formas de suporteFrequentemente pensamos em apoio emocional como dar ouvidos quando alguém precisa falar, mas pode assumir muitas outras formas. Se você não tiver certeza sobre a melhor maneira de fornecer assistência, um bom primeiro passo é simplesmente perguntar a alguém o que ela precisa. Enquanto observava o desenrolar da crise no Afeganistão, me peguei pensando na experiência de meu pai como refugiado na Inglaterra. Seus novos empregadores permitiram que ele usasse recursos de trabalho e tempo de escritório para entrar em contato com a família em Uganda que ele foi forçado a deixar para trás, incluindo seus pais, irmãos, sobrinhas e sobrinhos, para que ele pudesse ajudar a providenciar seus vistos. Muitas vezes penso sobre esse ato de empatia e como aquele pequeno gesto significou muito na vida do meu pai. Preserve e compartilhe históriasAo recebermos pessoas deslocadas em nossas comunidades, é importante reservar espaço para suas histórias e tradições. Diversidade e multiculturalismo não são apenas valores importantes, mas também tesouros culturais. Nos Estados Unidos, a polinização cruzada de tradições e ideias continua a ser um de nossos maiores bens culturais. Fortaleça sua comunidadeTempos de crise podem ser oportunidades incríveis não apenas para ajudar outras pessoas, mas também para fortalecer nossas comunidades existentes. À medida que nos reunimos para ajudar refugiados políticos, vítimas de desastres naturais, aqueles que foram prejudicados pela pandemia e pessoas que foram deslocadas pela crise habitacional, enriquecemos nossas próprias vidas, nossa cultura compartilhada e nossas redes pessoais e profissionais . Servir a um estranho pode ter um efeito cascata positivo ao longo das gerações vindouras e mudar sua vida como indivíduo de maneiras que você não pode prever ou esperar. Quero desafiá-lo a pensar em outras maneiras de servir como uma pedra no riacho. Mesmo o menor ato de bondade pode ser aquele que ajuda alguém que está lutando para chegar ao outro lado.     ---Resumido e executado com permissão do ISC. Leia a postagem completa aqui https://www.storytellingcenter.net/blog/how-to-be-a-stone-in-the-brook/.  

Três coisas que você precisa saber sobre a aprendizagem solidária

Todos os anos, mais de 350 mil jovens participam dos programas pró-juventude do Rotary. No entanto, até recentemente, o Rotary não tinha recursos que os envolvessem diretamente nos serviços humanitários – um fato que me surpreendeu quando comecei a trabalhar na equipe de Programas para Jovens Líderes do Rotary International, em 2019. Nós costumávamos incentivar os interactianos, participantes do RYLA, estudantes do Intercâmbio de Jovens e seus mentores a se envolverem em projetos, mas recebíamos o feedback de que eles precisavam de mais orientação para começar, determinar que tipo de projetos fazer e conhecer boas estratégias de engajamento. Por isso, não hesitei quando tive a oportunidade de trabalhar em uma nova colaboração com o National Youth Leadership Council (NYLC), uma organização líder em engajamento juvenil, para desenvolver recursos voltados aos participantes dos nossos programas e a seus conselheiros. Usando o vasto conjunto de habilidades e conhecimentos do NYLC, trabalhamos juntos no último ano para desenvolver materiais usando uma abordagem inovadora de engajamento juvenil, conhecida como aprendizagem solidária. Ela capacita os jovens a promoverem mudanças reais em suas comunidades, unindo serviços comunitários a objetivos de aprendizado. Também está comprovado que esse método contribui diretamente a um melhor desempenho acadêmico e maior compreensão da responsabilidade cívica. Em parceria com o NYLC, criamos recursos interativos e voltados a resultados, que oferecem orientação específica para os jovens participantes e seus conselheiros adultos. Veja a seguir três coisas que você precisa saber sobre a aprendizagem solidária: 1️⃣ Ela é liderada pelos jovens. Com a orientação de um conselheiro adulto, os participantes são responsáveis por sua experiência com os serviços humanitários. Eles aprendem habilidades de liderança enquanto fazem avaliações das necessidades comunitárias, desenvolvem e implementam um plano de ação, e analisam o impacto de seus projetos. 2️⃣ Ela aprimora as habilidades dos participantes. A aprendizagem solidária ajuda os jovens a desenvolverem habilidades importantes para sua vida, como pensamento crítico, autogestão e liderança. 3️⃣ Ela tem impacto duradouro nas comunidades. Os jovens aprendem a identificar e tratar necessidades reais, gerar mudanças e garantir um impacto sustentável e duradouro. Acesse a Central de Aprendizado do Rotary para encontrar cursos e apostilas que o ajudarão a criar oportunidades de aprendizagem solidária para jovens do seu clube ou distrito. Depois, envie um relato da sua experiência para [email protected]      Autor: Caitlin Cangialosi, especialista em engajamento e programas do Rotary International

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