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Descobri o valor dos serviços humanitários quando vi como algumas ações simples podem transformar vidas de forma incomensurável. Tudo começou quando me juntei a outras pessoas do meu clube em um projeto para levar banheiros e água potável a zonas rurais localizadas perto da cidade onde morava. Ele avançou quando promovemos o saneamento e oferecemos oportunidades de educação em todo o país, graças às doações generosas de apoiadores que acreditaram nos nossos projetos tanto quanto nós.
Não há melhor época do ano para se lembrar dessa generosidade do que novembro, que é o Mês da Fundação Rotária.
Como braço beneficente do Rotary International, a Fundação Rotária é o motor que move tantos projetos rotários em todo o mundo. A Fundação utiliza suas doações em projetos que transformam vidas. É a Fundação que nos ajuda a nos aproximarmos do nosso objetivo de erradicar a pólio, a mostrar a mais pessoas como promovemos a paz por meio de ações concretas e a demonstrar o impacto que nossos projetos têm nas nossas áreas de enfoque.
Considerem alguns projetos recentes que foram viabilizados pela Fundação:
Os Rotary Clubs de Guatemala La Reforma, Guatemala, e Calgary, Canadá, receberam um Subsídio Global de US$ 80.000 para organizar um plano abrangente de treinamento de enfermeiros e profissionais de saúde em áreas rurais para prevenir e tratar o câncer de colo de útero e implementar um sistema sustentável de encaminhamento de pacientes em sete regiões da Guatemala.
Mais de duas dúzias de hospitais em Honduras receberam equipamentos de proteção individual para suas equipes médicas graças a um Subsídio Global de US$ 169.347 patrocinado pelos Rotary Clubs de Villa Real de Tegucigalpa, Honduras, e Waldo Brookside-Kansas City, EUA.
Os Rotary Clubs de Cotonou Le Nautile, Benin, e Tournai Haut-Escaut, Bélgica, receberam um Subsídio Global de US $39.390 para oferecer treinamento agrícola em uma minifazenda de permacultura ecologicamente responsável ligada a um centro para crianças em Sowé, Benin. Isso ajudará uma nova geração de agricultores a se tornar economicamente autossuficiente.
Gosto de comparar a Fundação Rotária ao Taj Mahal, um monumento do amor de um homem por uma mulher. A Fundação é um monumento dinâmico do nosso amor por toda a humanidade.
Neste mês, estou pedindo a todos os Rotary Clubs que deem destaque à Fundação. É ela que conecta todos os rotarianos em todo o mundo e transforma nossas paixões coletivas em projetos que transformam vidas. Acessem rotary.org/pt/donate para terem a oportunidade de doar diretamente ao programa pelo qual cada um de vocês tem uma paixão especial.
Obrigado por sua dedicação total ao Rotary. Vocês são a razão pela qual o Rotary é capaz de fazer mais e crescer mais. Vamos continuar representando esse importante legado neste mês, neste ano e no futuro ao Servirmos para Transformar Vidas.
Shekhar MehtaPresidente do RI, 2021-22
O valor das pequenas mudanças
O mundo está sempre se transformando, passando de uma situação para outra, de um momento para outro, de um dia para outro, e o Rotary não foi, nem é alheio a essa realidade. Há 116 anos, enfrenta com sucesso essa situação inexorável. A pandemia que agora açoita a humanidade, com consequências diversas, é um nítido exemplo disso.
As grandes conquistas alcançadas pelo Rotary não aconteceram da noite para o dia. Foram muitos momentos importantes, uma longa soma de triunfos e, por vezes, de avanços modestos. Uma evolução gradual, não isenta de sacrifícios, que nos levou a ser “a primeira organização de ajuda humanitária do mundo”.
Nossa organização conseguiu algo que raramente é alcançado: desenvolveu seu potencial. Nós sabemos até onde podemos e queremos chegar.
A história do Rotary nos ensina que, às vezes, uma pequena mudança, um pequeno hábito, pode trazer resultados extraordinários para alcançar os objetivos.
Se somos conscientes de tudo isso, façamos disso um motivo condutor e encorajemos a inovação na busca das melhores práticas para termos clubes que não somente se adaptem às mudanças, mas que, como corresponde a uma organização como a nossa, as liderem em busca de comunidades melhores, mais equitativas e mais inclusivas.
Tenhamos presente que as decisões que tomemos hoje determinarão a diferença entre a organização, o clube e o rotariano que somos e a organização, o clube e o rotariano que poderíamos ser para construir o futuro. Portanto, o que importa é saber se as nossas ações estão nos conduzindo ao caminho do sucesso perante o amanhã em um mundo em constante mudança.
Nossa organização conseguiu algo que raramente é alcançado: desenvolveu seu potencial
Julio Silva-Santisteban OjedaDiretor do Rotary International, 2021-23
A Fundação Rotária é o braço financeiro do Rotary International. O seu nome em inglês é The Rotary Foundation. Poderia ter sido traduzido melhor, como Fundação Rotary, mas não foi. Apesar do nome, o bem que faz ao mundo não muda.
Como funciona a Fundação Rotária?
Recebendo contribuições de variadas fontes, como as das rotarianas e rotarianos, agora das rotaractianas e rotaractianos e interactianas e interactianos também. Todos percebem o grande valor que tem essa nossa instituição. Várias organizações contribuem anualmente também.
Ela financia diretamente projetos internacionais – através dos Subsídios Globais – ou projetos locais dos Rotary Clubs – através dos Subsídios Distritais, pelo chamado FDUC (Fundo Distrital de Utilização Controlada) que é, em verdade, recursos que retornam ao distrito de contribuições feitas 3 anos antes.
O PolioPlus é um projeto da maior importância que a Fundação Rotária financia. Já há anos que não vemos, no Brasil, uma criança acometida da grave poliomielite. Há anos! Como e por quê? Porque a Fundação Rotária definiu isto como uma prioridade e, sabe o quê, está dando certo! Neste ano houve apenas 2 casos de pólio selvagem, no mundo!!!
Desde um tomógrafo caríssimo para um hospital comunitário até uma simples instalação de água limpa numa comunidade afastada, o dinheiro da Fundação Rotária, o nosso dinheiro, representa muito. Afinal, quanto vale uma vida salva pela detecção de uma doença ou pela ingestão de água limpa? Dá para medir em reais? Ou em dólares? Certamente não. Cada centavo das contribuições – que viram investimentos sociais – são uma forma de melhoria do bem-estar social.
A paz. Um ser humano com as suas necessidades básicas satisfeitas tende a estar em paz. Quando isto não acontece, os conflitos surgem, seja por petróleo, seja mesmo por água limpa para beber. Ou território. Ou até por ideologia religiosa. Acredite!
Em busca da paz e o bem-estar social a Fundação Rotária investe seus recursos aqui e em muitos lugares. Investe também nas bolsas educacionais para a paz. São centros educacionais renomados em 8 lugares no mundo que oferecem cursos de resolução de conflitos. Lá também está a Fundação Rotária financiando a formação de jovens dedicados à causa direta da paz. Dezenas de jovens, todos os anos.
A credibilidade da Fundação Rotária pode ser conferida pelas parcerias que construiu ao longo de anos. A Fundação Bill & Melinda Gates contribui com dezenas de milhões de dólares todos os anos para ajudar a Fundação Rotária a eliminar a poliomielite do mundo. A OMS – Organização Mundial de Saúde, o CDC - Centro e Prevenção de Controle de Doenças, o UNICEF e a Gavi, the Vaccine Alliance são todos nossos aliados.
Por fim, mas não menos importante, a Charity Navigator, uma instituição que avalia o desempenho de entidades filantrópicas, atribui a máxima pontuação – 4 estrelas – à Fundação Rotária já há vários anos.
É um orgulho para nós ou não é?
🎁 AQUI ==> Você encontra a mensagem em papel timbrado e PDF.
Claudio Mauricio ZyngierGovernador do Rotary International Distrito 4571, 2021-22
Preencha o formulário de adesão até o dia 31/10/2021 e realize uma contribuição, no valor integral mínimo de US$ 100.00 (cem dólares) ou no formato de doação periódica programada (por meio do Rotary Direct, no My Rotary) de valor mínimo equivalente a US$ 10.00/mês.
Os que aderirem à iniciativa, serão considerados Associados Fundadores e receberão certificado, pin especial e direito a participarem de eventos exclusivos para os mesmos.
Juntamente com o preenchimento do formulário você deverá fazer o upload da foto do comprovante de contribuição.
É importante que, como membro da Polio Plus Society, você entenda que estará se comprometendo a doar, pelo menos, cem dólares ao ano para o Fundo Pólio Plus.
Lembrando ainda que, as contribuições contabilizarão para o alcance do título Paul Harris ou dos reconhecimentos subsequentes.
Faça agora mesmo sua contribuição e preencha o termo de compromisso com a Polio Plus Society, entrando para a história!
---> LINK PARA O FORMULÁRIO: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdrGYO1L4P5JvAugs5Ie4URaiW2mX_43Nvrb5Mwpu2rp58Okw/viewform
JUNTOS, NÓSCOMBATEMOS A PÓLIO! 💪
É do conhecimento de todos que a cidade do Rio de Janeiro foi fundada por Estácio de Sá, no dia 1º de março de 1565 e cresceu margeando a Baía de Guanabara. Mas, ao longo do tempo, a população cresceu e novos municípios surgiram nas proximidades, ocupando novas áreas do entorno da Baía e até mesmo algumas de suas ilhas pequenas ou grandes. Dessa maneira, nesses 456 anos, toda sorte de destruição sem critérios e do lançamento de toda sorte de porcarias no interior da Baía têm sido a marca permanente e progressiva das ações dos seres humanos sobre o local.
Deste modo, como já foi dito em artigo anterior, atingimos um nível em que a poluição ambiental da Baía de Guanabara certamente é hoje uma das questões ambientais mais importantes e complicadas que encontramos na área geográfica do Distrito 4571. Existe uma situação crônica que, na verdade, pode ser traduzida como um descaso histórico das autoridades e da população de algumas áreas específicas da região metropolitana do Rio de Janeiro, no entorno da Baía. Por conta de sua importância histórica, social e econômica, a revitalização da Baía de Guanabara se constitui numa obra fundamental, não apenas para a cidade do Rio de Janeiro, mas para todo o país.
Os problemas, que sempre têm se acentuado, são caracterizados, principalmente, por conta das ocupações indevidas nas áreas que margeiam a Baía e pelo excesso de lixo, de despejo de esgoto doméstico e industrial quase sem nenhum tratamento, que de maneira progressiva comprometem imensamente a balneabilidade das praias e a beleza natural do local. Esta situação degradante, além de produzir mal cheiro e contaminação à saúde dos próprios seres humanos, ainda compromete bastante a vida de toda biota aquática e como consequência produz a descaracterização e destruição dos ecossistemas aquáticos e costeiros associados à Baía.
Os animais são os que mais sofrem com a poluição excessiva. Os grandes mamíferos, golfinhos, que até 50 anos atrás ainda eram comuns, assim como grandes quelônios, tartarugas, hoje são muito raros. Muitas áreas dos ecossistemas das regiões entre marés desapareceram totalmente. A pesca na região, que outrora foi economicamente bastante importante, hoje está muito reduzida e algumas espécies de peixes já são extremamente raras. A poluição, tanto orgânica, quanto química é imensa e apenas as áreas da entrada da Baía ainda apresentam águas consideradas de boa qualidade.
Os principais ecossistemas da região, as restingas e os manguezais são dois ecossistemas especialmente protegidos e considerados como Área de Preservação Permanente (APP) pela Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, que dentre outras alterações, dispõe sobre a proteção da vegetação nativa da região. Entretanto, devido ao intenso processo de degradação, houve uma redução significativa dessas áreas naturais (DIEGUES, 2002). Consequentemente, a fauna marinha relacionada com esses ambientes também está à míngua e o comprometimento é cada vez maior. Cabe lembrar também, que os manguezais são celeiros de vida e que muitas espécies, algumas de grande importância econômica, se utilizam desses tipos de ecossistemas como locais fundamentais de reprodução e desova.
Em março deste ano, a Associação Pró-Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul – AGEVAP, publicou o Atlas da Região Hidrográfica V (Baía de Guanabara e Sistemas Lagunares de Maricá e Jacarepaguá). O Atlas é um estudo bastante minucioso que apresenta dados importantes sobre a situação do uso e ocupação do solo referente aos municípios direta e indiretamente ligados à Baía de Guanabara (p. 97 a 103) e ainda contempla os dados referentes ao esgotamento sanitário (p.153 a 175) da região do entorno. O relatório concluiu que apesar das várias tentativas de minimização dos problemas, na verdade, a situação de degradação contínua é crescente e bastante complicada.
Em suma, a condição da Baía de Guanabara é caótica e a questão não é apenas de falta de recursos financeiros, porque existem inúmeros outros interesses na área e assim as dificuldades acabam sendo muito mais políticas do que puramente econômicas. A questão que fica é a seguinte: o que o Rotary International Distrito 4.571 – que começou aqui no Brasil, há 100 anos, exatamente aqui, na cidade do Rio de Janeiro – e os atuais rotarianos, podem fazer para tentar conter a degradação e amenizar esse problemão para o futuro?
No mundo existem inúmeros exemplos de baías em situações similares, cujos problemas foram minorados e até sanados, mas aqui no Brasil, ainda falta consciência, sensibilidade e sobretudo, vontade política e assim, as resoluções desse tipo de coisas ainda costumam ser bastante difíceis. A figura abaixo apresenta mapas da Baía de Guanabara, destacando algumas localidades e toda a área de influência. Imagens oriundas do Projeto Baías do Brasil – Baía de Guanabara, – RJ (2017).
Foto aérea da Baía de Guanabara
Esquema destacando a área de influência
Baseado no exposto, acredito que haja necessidade de uma ação rotária mais contundente, para que possam acontecer atitudes políticas mais efetivas na revitalização da Baía de Guanabara. Segundo informação do próprio Instituto Estadual do Ambiente - INEA (OLIVEIRA et ali, 2018):
“a recuperação da Baía de Guanabara é uma medida urgente” (p.44) e ainda “em longo prazo, a universalização do saneamento básico e do esgotamento sanitário somente será possível com a continuidade das ações em desenvolvimento, portanto, uma de medida de implementação contínua, ou, em outras palavras, um trabalho que nunca poderá ser considerado concluído” (p.45).
Quer dizer, a situação é mais complicada do que se pode imaginar e precisa ser encarada mais seriamente tanto pelos governos, quanto pela sociedade e o Rotary tem que se fazer presente, usando toda sua influência, cobrando os investimentos e a consequente realização dos trabalhos.
Luiz Eduardo Corrêa LimaCoordenador da Subcomissão de Meio AmbienteRotary International Distrito 4.571
Associado do Rotary Club de São José dos Campos-Urupema
Referências Bibliográficas
COMITÊ DA REGIÃO HIDROGRÁFICA DA BAÍA DE GUANABARA E SISTEMAS LAGUNARES DE MARICÁ E JACAREPAGUÁ. Atlas da Região Hidrográfica V (Baía de Guanabara e Sistemas Lagunares de Maricá e Jacarepaguá), Associação Pró-Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul – AGEVAP, Resende, 2021, 228 p.DIEGUES, A. C. Povos e Águas – Inventário de áreas úmidas brasileiras. 2 ed. São Paulo. Nupaub/USP, p. 15-18, 2002. LIMA, E. Qualidade de água da Baía de Guanabara e saneamento: uma abordagem sistêmica. UFRJ: Rio de Janeiro - RJ, 2006. 183p. Tese de Doutorado.OLIVEIRA, M; GELLI, G.; PROCÓPIO, S; CORREIA, N. &; DAEMON, L. Baía de Guanabara: um olhar no saneamento, Revista Ineana, Rio de Janeiro, v.6, n.1(jan./jun.): 35- 46, 2018.SANTOS, A.L.F; JIMENEZ, L.A; ROSMAN, P.A. & ROSMAN, P.C.C. Projeto Baías do Brasil – Baía de Guanabara – RJ, Sistema Base de Hidrodinâmica Ambiental, COPPE – Engenharia Costeira & Oceanográfica, UFRJ, Rio de Janeiro, 2017.
Telepolio 2021
“Precisamos nos recuperar desse atraso vacinal, especialmente nesse cenário de volta do convívio social. Carteiras de vacina em atraso significam o risco de introdução de doenças já controladas. A pólio é uma delas. Não podemos ter esse tipo de recuo, sonhar com essa perspectiva de retorno de doenças já controladas”.
O alerta é do infectologista e pediatra Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Kfouri é um dos especialistas em saúde que participam da edição de 2021 do Telepolio, programa organizado por associadas e associados do Rotary no Brasil para arrecadação de fundos para o combate à poliomielite.
O programa deste ano vai ser transmitido no próximo sábado, dia 16, às 11h, pelo Youtube (https://youtu.be/fe_8VQlBbCo). Com a vacinação da Covid-19 avançando no Brasil, um painel de especialistas se reúne para falar dos desafios da vacinação em geral no país, desde a produção até a aplicação na população.
O avanço da desinformação sobre a segurança das vacinas e a importância das mesmas afetou não apenas a população adulta hesitante em tomar o imunizante contra o coronavírus. Milhões de crianças também foram afetadas, com a taxa de cobertura vacinal apresentando queda para a imunização contra diferentes doenças, incluindo a paralisia infantil.
Por isso, os Rotary Clubs do Brasil se uniram para alcançar dois objetivos ao mesmo tempo: levar informação cientifica sobre as vacinas à população e arrecadar fundos para a erradicação da poliomielite no mundo.
Margareth Dalcomo, pneumologista e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocurz), e Rosana Ritchmann, infectologista do Instituto Emílio Ribas, também trazem suas contribuições ao Telepolio deste ano.
Sobrevivente da paralisia infantil, o famoso jornalista Boris Casoy dá seu depoimento sobre como a doença afetou sua vida e a de sua irmã, também contaminada pelo vírus.
A apresentação desta edição é feita pelo cantor Michel Teló. Filho de rotarianos, ele dá o ar de sua graça pelo segundo ano seguido no programa. Outras celebridades, como a ginasta Rebeca Andrade e a atriz Rita Guedes também chamam a atenção para a necessidade de se erradicar a pólio no mundo.
E não para por aí, mas se você quer saber mais sobre o Telepolio deste ano, não perca a apresentação no próximo sábado.
Já a sua doação pode ser feita agora mesmo. Acesse o site http://www.endpolio.org/pt/donate e doe!
Juntos, nós combatemos a pólio!
Fonte: Vozes do Rotary
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