Conta Individual:
Atualização dos dados pessoais
Inscrição individual em eventos
Cadastro de acompanhantes
Pagamento de mensalidade
Consulta de atas do clube
Recuperação via quiz
----------------------------------------------------------------------------
SEXTA-FEIRA, 3 de setembro
----------------------------------------------------------------------------8h00Seminário Fundação Rotária
10h15Seminário DQA
13h30Seminário Imagem Pública
15h30
Mulheres no Rotary & Empoderamento das Meninas
Conheça o Intercâmbio da Amizade
NRDC: O Rotary na Comunidade
Seminário ABRTF
Liderança Rotária
Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI): Por que o RI está falando sobre isso?
Cenário da Educação Brasileira em Tempos de Pandemia
16h30Seminário ABROL
19h30Sessão de Abertura
----------------------------------------------------------------------------
SÁBADO, 4 de setembro
----------------------------------------------------------------------------9h00Primeira Sessão Plenária
14h00Segunda Sessão Plenária
----------------------------------------------------------------------------
DOMINGO, 5 de setembro
----------------------------------------------------------------------------8h00Terceira sessão Plenária
Faça a inscrição e convide seu clube para participar!https://salvador.institutorotarybrasil.org.br/inscricao
Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê.
Não podemos discordar da frase acima do famoso autor brasileiro, Monteiro Lobato, que escreveu muito para as crianças e sobre temas polêmicos para os adultos, um deles sobre o petróleo brasileiro... Monteiro Lobato, nascido em Taubaté em 1882, no território do Distrito 4.571, nos enche de orgulho! Se existisse Rotary naquela época, talvez tivesse se tornado rotariano...
Ler, ouvir, falar, ver, e... principalmente, compreender. Quem de nós se imaginaria sem poder ter alguma dessas habilidades? Difícil até de imaginar.
O Rotary International pensa da mesma forma, tanto é assim, que lá atrás, criou a Área de Enfoque, Educação Básica e Alfabetização. Do manual do Rotary International se extrai:
Determinar as necessidades e os recursos da sua comunidade é um importante ponto de partida para qualquer projeto comunitário. Trabalhe com as partes interessadas locais para completar uma avaliação das suas necessidades. Ao incluir a comunidade e especialistas no assunto locais, desde o início, você não só identificará o projeto mais adequado, como também garantirá o apoio e a sustentabilidade dos seus esforços.
É interessante perceber que no mesmo manual – escrito há muito tempo – já incluía o pensamento do “Empoderamento das Meninas” através da educação:
Trabalhar para remover essas barreiras na educação das meninas pode pagar dividendos enormes no desenvolvimento global de uma comunidade: mulheres mais educadas tendem a ser mais saudáveis, trabalhar e ganhar mais, ter menos filhos e fornecer melhores cuidados de saúde e educação a seus filhos. Estima-se que alguns países perdem bilhões de dólares por ano devido à perda de produção econômica por não educarem as meninas com o mesmo padrão de educação dos meninos.
Educação então é empoderamento? Certamente que é! Para meninas e para meninos.
🎁 AQUI ==> Você encontra a mensagem em papel timbrado e PDF.
Claudio Mauricio ZyngierGovernador do Rotary International Distrito 4.571, 2021-22
Tenho certeza de que vocês estão tendo uma experiência enriquecedora ao Servir para Transformar Vidas.
Uma das maneiras de fazer a maior mudança na vida de uma pessoa é ajudando-a a aprender a ler. A alfabetização expande o nosso mundo, tornando-nos mais bem informados sobre a vida em nossas próprias comunidades e abrindo nossos horizontes para outras culturas. Ler e escrever é algo que conecta as pessoas, oferecendo outra maneira de expressarmos nosso amor pelo próximo.
Setembro é o Mês da Educação Básica e Alfabetização no Rotary. Aumentar os níveis de alfabetização é fundamental para o nosso trabalho de reduzir a pobreza, melhorar a saúde e promover a paz. Se todos os alunos de países de baixa renda saíssem da escola com habilidades básicas de leitura, isso resultaria em um declínio significativo nos índices globais de pobreza.
Sem educação, crianças analfabetas tornam-se adultos analfabetos. Hoje, 14% da população adulta mundial — 762 milhões de pessoas — carecem de habilidades básicas de leitura e escrita. E as mulheres representam dois terços desse grupo. Habilidades de alfabetização e numeramento são essenciais para que as pessoas tenham acesso a melhores opções de moradia, cuidados de saúde e empregos ao longo da vida.
A alfabetização pode ser uma questão de vida ou morte, especialmente para meninas e mulheres. Se todas as meninas completassem o ensino primário, haveria muito menos mortes maternas. E é mais provável que uma criança sobreviva depois dos cinco anos se sua mãe souber ler. Melhorar a realidade de mais pessoas em todo o mundo só será possível se os países removerem as barreiras à educação para as meninas. O argumento econômico para isso é claro: em alguns países onde a escolaridade é voltada aos meninos, o custo da oportunidade econômica perdida é superior a US$ 1 bilhão por ano.
Empoderar as pessoas por meio da educação está entre os objetivos mais ousados que temos como rotarianos. Não precisamos ir longe para encontrar indivíduos cujas vidas estão sendo prejudicadas porque eles têm dificuldades com a leitura, dependem de outros para entender algo escrito ou não sabem escrever nada além do seu próprio nome.
A partir deste mês, considerem como seus clubes podem Servir para Transformar Vidas por meio da alfabetização. Apoiem organizações que ofereçam programas gratuitos para promover a alfabetização de adultos ou a aprendizagem de idiomas locais, ou que ofereçam aos professores desenvolvimento profissional centrado na leitura e na escrita. Tornem-se mentores em alfabetização ou trabalhem com uma organização como a Parceria Global para a Educação a fim de aumentar as oportunidades de aprendizagem para crianças em todo o mundo. Contatem escolas e bibliotecas para determinarem como seus clubes podem apoiar programas existentes ou ajudar na criação de iniciativas necessárias na comunidade.
Na Índia, o programa TEACH, uma colaboração bem-sucedida entre os Rotary Clubs do país e seu governo, tem demonstrado como os esforços de alfabetização podem ser ampliados para que cheguem a milhões de crianças. Em um momento em que as escolas em toda a Índia estavam fechadas devido à pandemia de covid-19, o componente de e-learning do programa atingiu mais de 100 milhões de crianças pela rede de televisão nacional.
A alfabetização é o primeiro passo para as pessoas saírem da pobreza. Como disse Malala Yousafzai, ganhadora do Prêmio Nobel: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo”.
Shekhar Mehta Presidente do RI, 2021-22
É possível fazer seu clube crescer em meio a uma pandemia? Descobrimos que a resposta é um estrondoso sim! Apesar de todos os desafios que a covid-19 tem trazido para os Rotary Clubs e o mundo inteiro, existem maneiras de entusiasmar os associados, engajá-los nos serviços humanitários e, com criatividade, atrair pessoas em ação para se juntarem a nós.
Em junho passado, estabelecemos uma meta de crescimento de 20% e, até agora, conseguimos 13 associados novos. Por que 20%? No início dos anos 2000, nosso clube tinha 100 associados. Mas nosso quadro associativo diminuiu ao longo do tempo. Se crescermos 20% por ano, poderemos voltar a ter 100 associados dentro de três anos (ou até mais cedo). Sabíamos que isso seria um desafio, mas, assim como nos negócios ou nos esportes, você estabelece uma meta e traça um plano para alcançá-la.
Saiba o que nós fizemos:
Lançamos a associação corporativa em julho, o que nos ajudou a conseguir novos associados, já que mais de uma pessoa da empresa pode participar das reuniões. Nós adotamos as diretrizes definidas pelo Rotary: há um associado principal que, se não puder comparecer, envia outro em seu lugar. Isso nos ajudou a atrair pessoas que normalmente não se associariam. Várias empresas têm sede na cidade de Collierville, como Muellar, MCR Safety, Alston Construction. Conseguimos aumentar os recursos do clube, melhorar sua capacidade de atrair outras corporações e projetar a imagem do Rotary.
Definimos o objetivo de atrair mais mulheres e jovens profissionais para que não parecêssemos “o clube dos homens velhos”. Delegamos projetos às associadas e aos jovens, aumentando sua visibilidade na comunidade e os tornando embaixadores do clube para atraírem outros associados em potencial. Quanto mais as pessoas viam que tínhamos esses segmentos demográficos no clube, mais interessadas ficavam. Além disso, elas entendiam o valor do que estávamos fazendo. Dos nossos 13 novos associados, seis são mulheres.
Criamos um formulário on-line que facilitou muito o preenchimento de todas as informações necessárias dos associados em potencial.
Organizamos projetos sociais que aumentaram a conscientização sobre o clube e ajudaram a atrair pessoas interessadas em fazer trabalho voluntário. Neste ano, fizemos uma campanha de arrecadação para o Exército da Salvação, com grande participação dos associados e seus familiares. Nosso objetivo era alcançar o valor mais alto possível já angariado pelo Exército da Salvação na área da Grande Memphis, e nós conseguimos. Durante a ação, várias pessoas nos abordaram para perguntar como poderiam se juntar ao Rotary porque queriam fazer parte de algo semelhante. O Exército de Salvação é uma ótima causa por ajudar muitas pessoas necessitadas e destinar a maior parte dos fundos para os beneficiários, e não para cobrir despesas administrativas. Todos os envolvidos dizem que é uma experiência pessoal muito gratificante. Muitos levam seus filhos para participar. Nós acabamos de ganhar o prêmio de Organização Sem Fins Lucrativos do Ano da Câmara de Comércio por causa do nosso trabalho.
Contamos nossa história nas mídias sociais para que pessoas de fora do Rotary pudessem conhecer nossas iniciativas de apoio à comunidade e se interessassem em fazer parte de uma equipe de sucesso e da nossa organização. Toda semana, destacamos a história de um associado para que o público possa ver quem está no Rotary e aprender algo sobre a pessoa. Também fazemos uma publicação no Facebook sempre que temos uma reunião, falando sobre os palestrantes ou reconhecendo certas pessoas. Quando realizamos eventos, como a campanha com o Exército da Salvação, tiramos fotos e incentivamos as pessoas a doarem. Isso coloca o nome Rotary na frente das pessoas como “o segredo mais bem guardado”, como dizem alguns dos nossos associados.
Fizemos reuniões presenciais, exceto em dezembro e janeiro, com a opção de participação pelo Zoom para aqueles que não pudessem comparecer pessoalmente. Seguimos as diretrizes da Secretaria de Saúde, postando as informações no dia anterior à reunião para que os rotarianos soubessem o que esperar. Nosso município praticamente fechou em dezembro e janeiro devido a um aumento nos casos de covid-19, e nossos palestrantes usaram o Zoom para compartilhar suas histórias. Saiba mais sobre reuniões virtuais engajadoras.
Nós abraçamos a diversidade, o que traz mais energia e novas ideias. Com projetos inovadores, você consegue atrair associados mais jovens. Além disso, essa geração tem filhos pequenos e entende o valor de vaciná-los para prevenir a pólio, distribuir presentes de Natal, arrecadar fundos para o Exército da Salvação ou patrocinar cirurgias cardíacas para crianças de Honduras por meio da Gift of Life.Ainda não paramos de crescer. Espero que consigamos de cinco a oito associados adicionais antes do final do ano. Lembraremos do ano da pandemia de covid-19 como aquele em que aumentamos nosso quadro associativo em dois dígitos. E o seu clube?
Dave RhylanderPresidente do Rotary Club de Collierville, EUA
Uma ação social bem conduzida garante a qualquer empresa, posição de destaque na sociedade onde atua e este é o fator decisivo na autopreservação empresarial. Com imagem reforçada e dependendo dos resultados dos projetos sociais por ela financiados, a empresa torna-se mais conhecida e vende mais. Seus produtos, serviços e, sobretudo sua marca ganha maior visibilidade, aceitação e potencialidade. Clientes tornam-se orgulhosos de comprar produtos de uma empresa com elevada responsabilidade social. Fornecedores sentem-se motivados em trabalhar como parceiros de uma empresa desta natureza. Os seus funcionários orgulham-se e sentem-se motivados em trabalhar nesta empresa. (Bertoncello e Chang, 2020)¹.
Todavia, um dos pontos destacados pela pesquisa realizada pela ABERJE - Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, no estudo: A Sustentabilidade/Responsabilidade Social das Organizações no Brasil: discursos e práticas (2019), é que as empresas se ressentem da falta de espaço e de interesse na imprensa dedicado às ações de responsabilidade socioambientais corporativas. Para 44% das entrevistadas, é baixa a frequência com que a mídia questiona as organizações sobre o tema. E 61% delas relaciona a falta de espaço na mídia tradicional à baixa frequência com que são procuradas (NÓS², 2019).
Nesse sentido e a fim de esclarecer, o porquê da falta de interesse da mídia, a ABERJE entrevista 13 jornalistas especialistas em ações de responsabilidade socioambientais corporativas, nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, eles apontam como menos críveis justamente os meios utilizados pelas empresas para informar sobre suas ações: espaço pago em canais impressos e digitais, propaganda veiculada em rádio e TV e não fornecem informações claras e precisas para o público-alvo da organização, prejudicando a credibilidade para a divulgação das ações (NÓS², 2019). Segundo Bertoncello e Chang¹ (2020), na prática, as empresas aderem a um comportamento quanto à sociedade, conforme a Figura 1.
Em resumo, uma empresa com Sensibilidade Social busca resolver problemas sociais e, está empenhada em uma abordagem além da Obrigação Social e da Reação Social.
Para o SEBRAE³ (2020), o conceito de Responsabilidade Social Empresarial (RSE), pode e deve fazer parte da estratégia de qualquer tipo de negócio. As micro e pequenas empresas podem buscar na atuação socialmente responsável um diferencial de mercado. Além disso, práticas empresariais socialmente responsáveis dão credibilidade à gestão do negócio e facilitam na obtenção de crédito. Na figura 2 são apresentadas, 5 dicas que podem ajudar a causar impacto positivo na sociedade.
Com o exposto, conclui-se, que a maior carência entre as micro, pequenas e grandes empresas, está relacionada a divulgação (publicidade) e a credibilidade (marketing de causa) nas ações de RSE perante seu público-alvo. Portanto, um relacionamento com o Rotary, ligado a uma campanha de marketing de causa, pode atender aos objetivos das empresas com ações de RSE.
Atualmente, os consumidores sabem do impacto que podem causar, não apenas por meio de suas decisões nas compras, mas também com relação a escolhas pessoais que visam promover mudanças sociais e ambientais. Empresas que formam fortes vínculos com uma organização associada a uma causa, como o Rotary, podem se beneficiar dessas tendências, aumentando o engajamento, a confiança e a lealdade dos seus clientes (Rotary International, 2016).
Dante Bachi JuniorPresidente da Subcomissão Distrital de Subsídios e Projetos,e da CADRE Distrital, 2021-22
(¹) BERTONCELLO, S, L, T. e CHANG, J, Jr. A importância da Responsabilidade Social Corporativa como fator de diferenciação. Acessível em: A importância da Responsabilidade Social Corporativa como fator de diferenciação - Responsabilidade Social.(²) NÓS AÇÃO SOCIAL DAS EMPRESAS. 74% das Empresas Adotam Sustentabilidade para Reforçar Imagem e Reputação. Acessível em: Matérias - Revista Nós (insightnet.com.br).(³) SEBRAE. (2020). 5 dicas para implementar a responsabilidade social na sua empresa - Sebrae.
A partir de agora a nossa coluna (Meio Ambiente em Destaque) tentará promover sugestões e criar provocações para o desenvolvimento de projetos e ações ambientais pelos rotarianos do Distrito 4.571. Para começar, neste momento será feita uma abordagem geral sobre as pressões e os grandes problemas ambientais existentes no território do nosso Distrito, que compreende aproximadamente uma área total de 59.880 km² (43.780 km² referente ao estado do Rio de Janeiro e 16.180 km² da parte paulista do Distrito). Do ponto de vista estritamente físico e geográfico, nosso Distrito não é tão grande, porém, se considerarmos as questões relacionadas a sua ocupação, certamente ocupamos uma das áreas mais complexas do país.
Toda área geográfica do Distrito encontra-se no domínio da Mata Atlântica e por isso mesmo está sujeita a legislação especial, a chamada Lei da Mata Atlântica e o Decreto que a regulamenta (Lei nº 11.428, de 22 de dezembro de 2006 e Decreto nº 6.660, de 21 de novembro de 2008). Mas, apesar da proteção prevista, existem muitas coisas erradas que ainda ocorrem na região, principalmente porque em muitos municípios potencialmente, ainda se encontram áreas de expansão urbanas residenciais, áreas litorâneas de interesse imobiliário, além de áreas de grandes interesses militares, industriais e comerciais.
Abrangemos dois estados (São Paulo e Rio de Janeiro) e um contingente de 131 municípios, sendo os 92 municípios do Rio de Janeiro, incluindo a Região Metropolitana do Grande Rio (segunda maior do país), com uma população de 17.366.189 habitantes fluminenses (IBGE,07/2020) e 39 municípios paulistas que compõem a Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte do estado de São Paulo (12ª maior do país e 3ª do Estado de São Paulo), com 2.928.345 habitantes paulistas. Isto é, nosso Distrito Rotário encontra-se numa área geográfica que engloba uma população que já é superior aos 20 milhões de habitantes.
Não bastasse a pressão da ocupação do solo para fins de construção, ainda existem várias pressões oriundas de outros setores e interesses, como a expansão agropecuária, a mineração e o setor energético em várias maneiras. Junte-se a isso, a população crescente causando também um aumento de ações infraestruturais para controle da poluição (edáfica, atmosférica e aquática), além da necessidade sempre maior de acesso e melhorias de estradas e rodovias.
Bem, com um contingente populacional desse porte, incluindo duas Regiões Metropolitanas, certamente o que não nos falta são problemas ambientais, principalmente relacionados a ocupação do espaço, a utilização dos recursos naturais, as diferentes formas de poluição. Com relação a ocupação do espaço, nossos problemas vão desde a ocupação indevida, passando pela precariedade e má ocupação do solo, até a ausência total de moradias e de áreas construídas dentro de critérios obsoletos ou sem nenhum critério ambiental.
No que tange ao uso dos recursos, nossa produção agropecuária é relativamente pequena e nossa mineração também. Assim, quase tudo que se usa é oriundo de outros locais do país ou do exterior, o que envolve uma logística referente à mobilidade e a necessidade de estruturas viárias bastante complexas e muitas vezes pouco eficientes. Por outro lado, nosso consumo é extremamente grande, se comparado a outras regiões do país.
A poluição é bastante grave em várias áreas e locais, por conta do grande contingente populacional nas áreas urbanas e pela carência generalizada de saneamento em muitos municípios. E sobretudo, o acentuado alto grau de comprometimento da poluição das águas da Baía de Guanabara e da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul. A Baía de Guanabara tem sua fauna aquática cada vez mais degradada e pressionada, além de sua balneabilidade progressivamente mais duvidosa e menos salubre.
A Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, que alimenta toda a área do Distrito 4.571 e grande parte da Região Metropolitana de São Paulo, pela transposição do Rio Jaguari para o Sistema Cantareira, e ainda parte significativa do estado de Minas Gerais, na divisa com o Rio de Janeiro, tem sua segurança hídrica caminhando para uma situação perigosa e crítica. A disponibilidade das águas da Bacia está piorando e as expectativas são cada vez mais difíceis, haja vista que além de suportar o segundo maior parque industrial brasileiro, a necessidade de água para abastecimento humano já ultrapassa a casa dos 30 milhões de pessoas. Por conta disso, em fevereiro de 2021 foi aprovada a “Carta do Seminário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Distrito 4.571 à sociedade”, que apresenta o compromisso dos rotarianos do Distrito na proteção dos Recursos Hídricos de sua região.
Luiz Eduardo Corrêa LimaCoordenador da Subcomissão de Meio AmbienteRotary International Distrito 4.571
Associado do Rotary Club de São José dos Campos-Urupema
O Unyclub utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência, de acordo com a nossa
Política de Privacidade
e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.