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Bem-estar digital

Aprenda a equilibrar o uso da tecnologia na sua rotina À medida que a tecnologia se torna cada vez mais presente em nossas atividades diárias, fica difícil evitar distrações das tarefas importantes. Sabendo disso, decidimos compartilhar esse artigo com dicas de como alcançar um equilíbrio em seu dia a dia, buscando o que chamamos de bem-estar digital. A tecnologia tornou-se crucial em nossas vidas. Com ela, nos mantemos informados, conhecemos novos lugares e produtos, mantemos contato com pessoas queridas, nos inspiramos e nos entretemos. O uso de novas tecnologias também nos permite aprender, trabalhar, fazer compras, pagar contas, fazer consultas médicas, ajudar e conhecer outras pessoas, entre milhares de outras atividades cotidianas. A grande questão, entretanto, é: qual o nível de controle que temos sobre a tecnologia e tudo que ela alcança? Com raras exceções, a maioria de nós está gastando cada vez mais tempo on-line. Um estudo da empresa Zenith mostrou que, em 2019, um adulto passava cerca de 3 horas e meia por dia usando a internet em seu telefone. Já uma pesquisa recente realizada pela DoubleVerify em 5 países indica que, a partir da quarentena de 2020, as pessoas passam, em média, 7 horas consumindo conteúdo todos os dias. Esse tempo de tela inclui telefone, TV e outras formas de mídia digital. Muitos de nós estamos mais ou menos conscientes dos limites e do quanto as tecnologias têm um impacto insalubre sobre nossa saúde física e mental, e também sobre nossas relações sociais. Mas sabemos que nem sempre é fácil se desconectar. Segundo a publicação RescueTime: How to clear out your digital clutter and find focus and calm in 30 days (2020), em média, uma pessoa: verifica o e-mail ou chat a cada 6 minutos ou menos; usa mais de 56 app e ferramentas ao dia; dedica-se a tarefas multiplas pelo menos 40% do seu dia   Diante desse cenário, o movimento do bem-estar digital, que busca incentivar o bom aproveitamento do tempo, começou a ganhar força em todo o mundo. Existem diferentes ferramentas que permitem aos usuários monitorar e restringir o tempo que passam em seus aparelhos, e o objetivo é ajudar as pessoas a exercitar uma espécie de "desintoxicação digital", para equilibrar o uso da tecnologia com o resto de suas atividades do dia a dia. Maggie Stanphill, Diretora de UX no Google, comenta esses esforços: "Realizamos pesquisas com pessoas em todo o mundo para entender melhor suas necessidades e trazer essa visão para o processo de design do produto, a fim de tornar a tecnologia mais útil e menos intrusiva". O interesse dela pelas pessoas e seus comportamentos é sua maior motivação para desenvolver o bem-estar digital. Ela também destaca quatro ferramentas que podem ser utilizadas pelas pessoas: empoderamento, conscientização, controle e adaptabilidade. E destaca uma solução prática: "Percebemos que poderíamos ajudar as pessoas a dormir mais, tornando nossos produtos mais versáteis. Foi assim que criamos o modo Hora de Dormir, no qual os usuários podem ativar recursos como 'Escala de cinza' e 'Não perturbe' e bloquear todo o uso de dados por intervalos de tempo determinados". Conviver melhor com a tecnologia, manter o foco no que realmente importa, ser capaz de se desconectar e alcançar um equilíbrio consciente entre a conectividade e a desconexão digital são desafios para todos. A prioridade deve ser fazer com que os dispositivos e apps que usamos diariamente estejam alinhados com nossas necessidades e façam parte de rotinas mais saudáveis. A pergunta é simples: você controla a tecnologia ou a tecnologia controla você?   autora: Paz García PastormerloColaboradora do Think with Google

Na procura e no objetivo de “Servir para Transformar Vidas”

Nos últimos anos, cada vez mais se tem ouvido falar nas questões ambientais planetárias. O aquecimento global e o consequente aumento do número de fenômenos catastróficos, o excesso consumo e o uso indevido dos recursos naturais, a degradação ambiental e perda da biodiversidade natural do planeta, talvez sejam os mais significativos exemplos. Mas, as questões ambientais são inúmeras e recorrentes em todo o mundo, seus temas estão sempre crescentes na mídia e órgãos de opinião pública. Entretanto, fica a pergunta: o que tem sido feito para minimizar essas questões? Pois então, se, por um lado, muitos estão atentos aos problemas, por outro lado, poucos estão, de fato, trabalhando pelas soluções, mormente os países pobres, menos desenvolvidos e com baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Países que ainda carecem de conhecimento científico e tecnológico, de informações verdadeiras sobre as questões ambientais e até mesmo de interesse sobre essas questões. Muitos desses países, sequer, consideram a existência real das questões ambientais planetárias e seguem suas lutas cotidianas constantes pela melhora de suas respectivas economias, tentando sair da pobreza e da miséria, sem considerá-las.  Na outra ponta, encontram-se os países ricos, mais desenvolvidos e com alto IDH, nos quais a questão econômica já é menos evidente, porque a qualidade de vida da população humana local está relativamente bem estabelecida e onde a chamada “consciência ambiental” parece ser mais efetiva. Nesse grupo, o interesse pelas questões ambientais é maior, mas ainda está bem longe de ser consenso e de gerar efetiva consciência entre os diferentes segmentos da população.  Pois então, a ideia do desenvolvimento sustentável e da sustentabilidade, além de serem necessidades reais para o suporte planetário e para a manutenção da vida humana, surgiu como mecanismo funcional capaz de fazer com os dois grupos distintos de países se manifestassem conjuntamente nas ações ambientais e se ativessem às preocupações planetárias de maneira semelhante, obviamente, consideradas as respectivas diferenças. Porém, como o “bicho homem” é complicado, ninguém quer ceder absolutamente nada e assim, ninguém quer ter menos, se puder ter mais. Assim, os ricos, não negociam a possibilidade de deixarem de serem mais ricos e os pobres querem, de uma hora para outra, também ficarem igualmente ricos. No meio desse disputa tola e insolúvel, todos se esquecem que existe o planeta Terra, nossa única “casa” e grande “mãe”, que nos abastece de tudo que precisamos e que está cada vez mais carente de recursos, por conta exatamente de nosso uso irresponsável, incoerente e inconsequente. Nesse momento conflitante o Rotary, usando de sua sabedoria acumulada em 116 anos de história e de Internacionalidade, como entidade humanitária responsável, consciente e preocupada com a humanidade e o planeta que ela ocupa, resolve interferir e dar sua demonstração de que é preciso sim, se envolver e participar efetivamente das questões ambientais. Deste modo, os rotarianos do mundo inteiro são conclamados a colaborar com o planeta Terra, dando sua parte de contribuição através da nova área de enfoque para desenvolvimento de projetos, que é a área do meio ambiente. Companheiros rotarianos, o Rotary International nos apresenta o caminho a seguir e o nosso exército, composto por mais de um milhão e duzentos mil soldados espalhados pelo mundo tem a obrigação de participar dessa nova luta rotária. As questões ambientais não são apenas mais umas questões humanitárias. Na verdade, elas são as mais importantes questões humanitárias atuais e os rotarianos precisam estar cientes desse fato e envolvidos na busca de soluções para essas questões. Nós rotarianos, somos exemplos em nossa comunidades e assim, temos a obrigação de nos posicionarmos no sentido de minimizarmos cada vez mais os problemas ambientais planetários.  Certamente, nós, sozinhos, não teremos poder para estancar os problemas, mas através de colaborações e de projetos, ainda que modestos, poderemos demonstrar o quanto a humanidade necessita da Terra e o quanto ainda teremos que fazer para que ela continue sendo a nossa “casa” e nossa “mãe”. Vamos, pois, trabalhar pela causa ambiental em nossos clubes rotários e em nossas comunidades, demonstrando o nosso envolvimento em favor do meio ambiente e do planeta, sempre na procura e no objetivo de “servir para transformar vidas”.   Luiz Eduardo Corrêa LimaCoordenador da Subcomissão de Meio AmbienteRotary International Distrito 4.571 Associado do Rotary Club de São José dos Campos-Urupema

Dimensões para Análise de Necessidades da Comunidade

Para que um projeto humanitário seja eficaz, é essencial identificar os pontos fortes, as necessidades e os recursos de uma comunidade. Ao conhecê-la mais a fundo, você descobrirá ótimas oportunidades para ações sociais e maximizará a capacidade de seu Clube de causar impacto localmente. A base de todos os projetos humanitários, sejam eles de pequeno ou grande porte, está na identificação de soluções para os problemas de uma comunidade. Por isto, é essencial realizar uma análise de necessidades para obter a confiança dos beneficiados, promover um senso de responsabilidade pelo projeto e garantir sua sustentabilidade. Segundo Sarriera¹ (2010), uma análise de necessidades de uma comunidade exige uma adequada planificação, ou seja, é imprescindível a familiarização com a comunidade, através de um processo de aproximação e diálogo, de mútua aprendizagem e de respeito. O conhecimento da comunidade, de seu espaço físico, seus costumes e seu cotidiano, facilitará a inserção e o diálogo para o levantamento de necessidades e a abertura necessária para que essas possam ser analisadas com liberdade. Esta atividade de análises seguirá durante todo o processo de ação comunitária, buscando transformar as necessidades percebidas (cognitivamente), em necessidades sentidas (cognitiva e afetivamente, ou conscientizadas). Junto ao levantamento de necessidades e problemas, é necessário identificar os recursos com os quais conta uma comunidade. Um primeiro aspecto é o conhecimento das instituições que estão em sua região, e com as quais no futuro poderão estabelecer redes de apoio. Um segundo aspecto é a avaliação destas instituições pelos próprios responsáveis, pelos membros da equipe investigadora e pelos próprios usuários. Um terceiro aspecto são as expectativas que se têm sobre esses serviços e seu potencial de contribuição para a comunidade. Geralmente, a comunidade, por falta de consciência e organização, deixa de se beneficiar de recursos que poderiam auxiliar em seu desenvolvimento. Concluindo, considera que uma análise de necessidades de uma comunidade deva enfocar três dimensões básicas: As necessidades: sentidas, percebidas e inferidas; Os problemas mais preeminentes e as formas de resolução dos mesmos que a comunidade propõe; O levantamento dos recursos que esta comunidade possui (institucionais, pessoais, redes), ou pode ter acesso (SARRIERA, 2010).     Dante Bachi JuniorPresidente da Subcomissão Distrital de Subsídios e Projetose da CADRE Distrital, 2021-22     (¹) Sarriera, J. C. (2010). Análise de necessidades de um grupo ou comunidade: a avaliação como processo. In: J. C. Sarriera & E. T. Saforcada (Orgs.). Introdução à psicologia comunitária: bases teóricas e metodológicas (pp. 141-154). Porto Alegre: Sulina.

Como seu Clube pode engajar-se na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável?

Um grupo de estudantes e de jovens profissionais na cidade brasileira de Curitiba, capital do Paraná, está promovendo a sustentabilidade como chave para uma recuperação resiliente pós-pandemia. A equipe faz parte da Rede Jovem da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, Unctad. O representante do grupo, Matheus Felipe Falasco, explica que para garantir que “as gerações futuras tenham uma vida digna e de alta qualidade, é essencial a transição para uma sociedade sustentável”. Os Clubes de Rotary, Rotaract e Interact discutem sobre o tema e entram em Ação nas comunidades com as quais interagem. Com a aproximação do Dia Internacional da Juventude que será celebrado neste 12 de agosto, fica a dica para que os Clubes de Rotary intensifiquem as reuniões conjunta com o Rotaract e Interact a fim de ampliarem o conhecimento e ações sobre o tema da Agenda 2030. As Nações Unidas destacam como os jovens podem trazer soluções para a problemas globais. Por meio de visitas on-line e conversas nas redes sociais é possível ensinar práticas sustentáveis para ajudar com o cumprimento da Agenda 2030.  Década da Ação “A gente trabalha com educação, principalmente um dos nossos projetos tem esse intuito de conscientizar os jovens sobre a importância do desenvolvimento sustentável, mas não para aí. A gente quer que de fato o jovem coloque a mão na massa e possa, além de identificar esses problemas, ele possa criar soluções.”  O representante do grupo Unctad, Matheus Felipe Falasco, explica que para garantir que “as gerações futuras tenham uma vida digna e de alta qualidade, é essencial a transição para uma sociedade sustentável”.  A sétima Área de Enfoque: Meio Ambiente, do Rotary International corrobora com a afirmação de Falasco. As pessoas com menos de 30 anos representam quase um terço da população global. Para o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, os jovens são “campeões da sustentabilidade”.   créditos: adaptação de Florence Westergardfonte: Onu Info

Cronologia | Dia dos Pais

Neste segundo domingo de agosto, comemoramos o “Dia dos Pais”. Este dia tem origem semelhante ao “Dia das Mães”, e em ambas as datas a idéia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida. Dizem que sua origem remota é da Babilônia, há mais de 4 mil anos, quando um jovem chamado Elmesu moldou e esculpiu em argila um presente com dedicatória desejando saúde e longa vida a seu pai. Conta a história que em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha de um veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a idéia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar à luz seu sexto filho, e que teve de criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos, sozinho. Já adulta, Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washington, Estados Unidos, e assim o primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano - 1910, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos. Em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial reconhecendo o Dia dos Pais para comemoração nacional. Como o Dia das Mães comemora-se no segundo domingo de maio, foi escolhido o segundo domingo de agosto para homenagear o Dia dos Pais. No Brasil, a ideia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering, que era rotariano, e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de agosto de 1953, Dia de São Joaquim, patriarca da família. A mais conhecida homenagem aos pais é um texto do general Douglas MacArthur, herói da segunda guerra mundial, homenageando seu filho – a “Prece de um Pai por seu Filho” - como a sua mais pura e sólida herança. É o seguinte: “Fazei, Senhor, de meu filho um homem tão forte que sai­ba quanto é fraco e bastante fraco para se enfrentar a si mesmo quando tiver medo; um homem altivo e inflexível quando for derrotado numa luta honesta, e humilde e man­so quando for vitorioso. Fazei de meu filho um homem cujos desejos não tomem o lugar dos atos; um filho que Te conheça -  e saiba que se conhecer a si mesmo é a pedra fundamental de toda a sa­bedoria.Conduza-o, rogo-te, não por caminhos fáceis e cômodos, mas sobre a pressão e o incentivo das dificuldades e das lutas. Ensina-o a manter-se durante as tempestades; ensi­na-o a ter compaixão dos que falham. Fazei de meu filho um homem de coração limpo e idéias elevadas; um filho que queira dominar a si mesmo antes de querer dominar os outros homens; que anteveja o futu­ro, mas sem jamais esquecer o passado. E depois que ele for senhor de tudo isto, dá-lhe, rogo-te, bastante senso de humor para que ele possa sempre ser sério, sem contudo, encarar a si mesmo com excessiva severidade. Dá-lhe a humildade, a simplicidade da verdadeira grandeza, o espí­rito compreensivo da verdadeira sabedoria e a bondade da verdadeira força. Então eu, seu pai, ousarei murmurar: “Não vivi em vão.” Assim é que devemos valorizar o tempo de agora com os pais, especialmente os idosos. Paciência com eles quando se recusam a tomar os remédios, quando falam interminavelmente sobre doenças, quando se queixam de tudo. Abrace-os apenas, enxugue as lágrimas deles, ouça as histórias, mesmo que sejam repetidas, e dê-lhes atenção, afeto...acredite: dentro daquele coração brotarão todas as flores da esperança e da alegria. Em outros países também se comemora o Dia dos Pais à sua maneira e tradição. Na Itália e Portugal, por exemplo, a festividade acontece no mesmo dia de São José, 19 de março. Os portugueses não dão muita importância para esta comemoração. No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho, sem muita festividade. Os ingleses não costumam se reunir em família, como no Brasil. É comum os filhos agradarem os pais com cartões, e não com presentes. Na Argentina, a data é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes. Já na Grécia, essa comemoração é recente e surgiu ao embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho. O Dia dos Pais canadense é comemorado no dia 17 de junho. Não há muitas reuniões familiares, porque ainda é considerada uma data mais comercial, e na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia no dia da Ascensão de Jesus (data variável conforme a Páscoa). No Paraguai, a data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes, e no Peru é comemorado no terceiro domingo de junho. Não é uma data muito especial para eles.       E para concluir, eis o que o filho pensa do pai: Aos 7 anos – “Papai é grande! Sabe tudo” Aos 14 anos: “Parece que Papai se engana em certas coisas que diz” Aos 21 anos: “Papai está um pouco atrasado em suas teorias. Não são desta época”. Aos 25 anos: “O ‘coroa’ não sabe nada. Está caducando, definitivamente” Aos 35 anos: “Com minha experiência, papai já seria milionário” Aos 45 anos: “Não sei se consulto o ‘velho’, talvez pudesse me aconselhar” Aos 55 anos: “Que pena que Papai tenha morrido... a verdade é que ele tinha idéias notáveis” Aos 60 anos: “Pobre Papai! Era um sábio! Como lastimo tê-lo compreendido tão tarde”     Neste segundo domingo de agosto, feliz Dia dos Pais, queridos companheiros e companheiras!   Eduardo MayrDiretor Distrital de Serviços Jurídicos, 2021-22Associado do Rotary Club de Copacabana

Gordon McInally, da Escócia, foi selecionado para presidir o Rotary International em 2023-24

Gordon McInally, do Rotary Club de South Queensferry, Escócia, foi escolhido pela Comissão de Indicação para ocupar a presidência do Rotary International em 2023-24. Ele será declarado presidente indicado oficialmente em 1º de outubro, se não houver nenhum candidato opositor. McInally elogiou a capacidade de adaptação tecnológica do Rotary durante a pandemia da covid-19, dizendo que a abordagem deve continuar e ser combinada com o melhor de nossas práticas passadas, já que o Rotary busca crescer e aumentar o engajamento dos participantes. "Descobrimos que há nas comunidades uma disposição em cuidar do próximo, e devemos incentivar as pessoas que abraçaram recentemente o conceito de voluntariado a se unirem a nós para seguirem prestando serviços humanitários", diz ele. Segundo McInally, a capacidade dos líderes seniores se comunicarem diretamente com os associados pela internet será um legado positivo das mudanças que o Rotary teve que fazer. Mas, ele acrescenta, "as reuniões presenciais continuam sendo importantes, pois incentivam uma maior interação". De acordo com McInally, a melhor maneira de aumentar o quadro associativo é pelo engajamento. Ele explica que, para melhor apoiar os clubes, o Rotary International, os líderes regionais e as equipes distritais precisam se envolver com eles. O engajamento pelas mídias sociais reforçará a marca do Rotary e mostrará as oportunidades que oferecemos. Ainda segundo ele, o engajamento com governos, corporações e outras organizações levará a parcerias significativas. Com um maior engajamento, McInally acredita que "faremos o Rotary crescer tanto em termos de quadro associativo quanto no que diz respeito à nossa capacidade de prestar serviços significativos". Ele acrescenta que "o quadro associativo é a força motriz da nossa organização e a flexibilidade hoje existente deveria ser usada para a formação de clubes com novos estilos que seriam atraentes para segmentos demográficos diferentes". McInally, que se formou como cirurgião-dentista na Universidade de Dundee, era proprietário de um consultório em Edimburgo. Ele foi presidente da Sociedade Britânica de Odontopediatria e ocupou vários cargos acadêmicos. Também serviu como presbítero, presidente do Conselho da Congregação da Paróquia de Queensferry e comissário da assembleia geral da igreja. Associado do Rotary desde 1984, McInally já foi presidente e vice-presidente do Rotary International na Grã-Bretanha e Irlanda. Também serviu ao Rotary International como diretor e membro/presidente de várias comissões. Atualmente, é conselheiro da Comissão da Convenção de Houston de 2022 e vice-presidente da Comissão de Revisão de Operações. McInally e sua esposa, Heather, são Doadores Extraordinários e Benfeitores da Fundação Rotária. Eles também são membros da Sociedade de Doadores Testamentários. Os integrantes da Comissão de Indicação para o cargo de presidente do Rotary International em 2023-24 são: Gérard Allonneau, França; Ann-Britt Åsebol, Suécia; Basker Chockalingam, Índia; Corneliu Dincă, Romênia; Celia Cruz de Giay, Argentina; Mary Beth Growney Selene, EUA; Jackson Hsieh, Taiwan; Masahiro Kuroda, Japão; Larry Lunsford (secretário), EUA; Anne Matthews (presidente), EUA; Akira Miki, Japão; Eun-Soo Moon, Coreia do Sul; Peter Offer, Inglaterra; Ekkehart Pandel, Alemanha; M.K. Panduranga Setty, Índia; Andy Smallwood, EUA; e Steven Snyder, EUA.   por Ryan Hyland fonte: www.rotary.org/pt

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