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Mensagem do Governador Distrital, 2021-22 - Maio

Juventude... Rotary... O mês de maio promete...   Gandhi dizia que temos que ser a mudança que queremos ver. Acreditamos que é por isto que Rotary tem um mês muito especial como é maio, para que possamos nos lembrar de celebrar e apoiar a juventude, pois juntos devemos estar mais unidos, para que como agentes da transformação, possamos causar mudanças duradouras em nós mesmos e na sociedade. O Rotary acredita em desenvolver gerações de líderes. Nossos programas ajudam jovens a adquirir habilidades de liderança e oratória, ampliar os seus conhecimentos e aprender o valor dos serviços humanitários. Como rotarianos temos uma missão pessoal, apoiar, incentivar, orientar e ajudar a todos, principalmente os jovens em sua caminhada e trajetória. Trazê-los para perto de nós. O jovem é outro papo ... é uma obra de arte especial, se construindo, se lapidando. Entender a juventude é entender a própria modernidade em diversos aspectos e quem sabe, as mudanças que queremos ver em nós mesmos e em nossos clubes. Ser jovem não depende da idade ou de características biológicas, mas, da mente e da razão. Cada vez mais vemos Rotary Clubs revendo suas posturas e valores, se aproximando dos jovens e tratando‑os como parceiros, criando uma via de mão dupla. No Distrito 4571 vivemos este ano a inauguração de novos Interact Clubs e Rotaract Clubs e observamos vários novos presidentes de Rotary Clubs que haviam sido rotaractianos e que trazem, com sua juventude, mais jovens para nossas fileiras. Nada como sangue novo na veia... talvez este seja o sentido de sermos agentes da transformação. Estaremos prontos para os próximos 1.000 anos. Que o mundo nos observe, nos apoie, pois somos o ROTARY.   Observação As Nações Unidas definem “juventude” como a faixa etária de pessoas entre os 15 e os 24 anos de idade. No entanto, sabemos que a experiência de ser jovem pode variar enormemente em todo o mundo, e que, muitas vezes, juventude é uma categoria fluida e mutável. O Dia Internacional da Juventude é celebrado em 12 de agosto, desde que a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou a recomendação feita pela Conferência Mundial de Ministros Responsáveis pela Juventude, em 1999.   Edson Cruz comClaudio Mauricio Zyngier    🎁 AQUI ==> Você encontra a mensagem em papel timbrado e PDF.

ASSEMBLEIA DISTRITAL

Sob a Liderança do GD LUIZ CARLOS FÁVARO E CDCA KÁTIA XAGAS FÁVARO, aconteceu em 30/04/22,ADT - ASSEMBLEIA DISTRITAL DE TREINAMENTO 2022-23 nas dependências da UNIFOA em Volta Redonda/RJ. O Patrono da ADT - ASSEMBLEIA DISTRITAL DE TREINAMENTO 2022-23 foi o Companheiro ADILIO CESAR NEVES VALADÃO - RC de São João de Meritie Vilar dos Teles que recebeu uma linda homenagem durante o evento.

“Chamado pela Paz Global e União” com pianista brasileiro

Para comemorar os 10 anos do Dia Internacional do Jazz, a Assembleia Geral da ONU recebe neste sábado, 30 de abril, o Concerto Global All-Stars, a partir das 17h, hora local em Nova York.   Será possível acompanhar o show ao vivo pelo site do Dia do Jazz, pelo YouTube ou pelo Facebook. Participam do concerto mais de 30 músicos de diversos países, como o americano Marcus Miller, que já colaborou com Elton John, Aretha Franklin, LL Cool J e Frank Sinatra.  O pianista brasileiro Hélio Alves, que vive nos Estados Unidos, também estará no saguão da Assembleia Geral. Ao chegar a Nova York, Alves contou à ONU News sobre a emoção em participar do evento.  “Estou extremamente contente de estar participando deste concerto, que vai ser transmitido pela ONU com músicos do mundo inteiro, músicos fantásticos. Estou extremamente contente de estar representando o Brasil neste concerto. Então nos assista neste 30 de abril em jazzday.com.”      Trompetista Hugh Masekel, da África do Sul.   As celebrações do Dia Internacional do Jazz são organizadas desde 2012 pela Unesco. A diretora-geral da agência, Audrey Azoulay, declarou que num momento em que “o mundo é afetado por múltiplas crises e conflitos, a data destaca o quanto música e cultura podem contribuir para a paz.”  Azoulay lembra ainda que o concerto deste sábado será ainda mais especial, uma vez que pelos últimos dois anos, a pandemia de Covid-19 teve um “impacto enorme na indústria da música, especialmente para o jazz, que tem como base o improviso e performance ao vivo”.  A diretora da Unesco destaca que o Dia Internacional do Jazz é uma “oportunidade para homenagear todos os criadores pelas alegrias e emoções que nos proporcionam” e para fazer um “Chamado pela Paz Global e União”, que é o tema da data neste ano.     fonte: ONU foto: UNESCO e UN Photo/JC McIlwaine

Dica de Leitura: “Revolução 50+”

A diversidade, a inclusão e a ampliação do empreendedorismo com propósito através de histórias   O propósito do livro Revolução 50+ é demonstrar que muitos já nesta faixa etária estão se reinventando, se engajando em novas atividades, revendo princípios e atitudes em busca de satisfação e realização do que porventura estava resguardado dentro de si. Os mais "experientes" ensinam e aprendem quando interagem com os mais jovens. E esta é a dinâmica, onde a soma do intercâmbio multigeracional com novos conhecimentos alavanca a motivação para novas descobertas. E a vida flui. Ricardo Soichet, um dos coautores, escreve sobre o tema "Filantropia e Solidariedade" exemplificando com sua experiência na prática. É Diretor de Finanças do Distrito 4571 na Gestão 2021-2022.   LANÇAMENTO Rio de Janeiro: 03 de maio de 2022, às 19HLivraria da Travessa – Barra ShoppingAv. das Américas, 4.666 – Loja 220Barra da Tijuca - RJ   São Paulo: 06 de maio de 2022, às 19HLivraria Cultura – Shopping MaketplaceAv. Dr. Chucri Zaidan, 902 – Piso 1 - Loja 222Vila Cordeiro - SP   Contato: [email protected]

Entendendo o papel dos gêneros na erradicação da pólio

A importância de considerar o gênero em todos os níveis do trabalho de erradicação O vírus selvagem da pólio ainda paralisa crianças no Afeganistão e no Paquistão. Nesses países e em muitos outros, o gênero pode ser uma parte crucial nos esforços de vacinação. É importante considerar como mães e pais tomam decisões sobre os cuidados da saúde dos seus filhos e entender quem em uma comunidade está conduzindo as atividades de imunização, diz Heather Monnet, dirigente de relações externas e ponto focal de gênero para a erradicação da pólio da Organização Mundial da Saúde. Para superar os últimos desafios à eliminação da poliomielite, é fundamental reconhecer a importância das mulheres no programa de erradicação da pólio e derrubar as barreiras relacionadas ao gênero a fim de vacinar todas as crianças contra a doença.   Como as questões de gênero criam barreiras à erradicação da poliomielite?  Nosso objetivo é levar a vacina contra a pólio para todas as crianças. O papel da mãe e do pai é muito importante, e devemos entender a dinâmica entre eles a fim de alcançar o nosso intento. Por exemplo, uma mãe pode querer que seu filho seja vacinado, mas isso exigiria que ela passasse um dia caminhando até um centro de saúde ou mercado – e ela pode não ser capaz de fazer isso a menos que obtenha permissão do marido. Ou, se seu filho adoecer e sofrer paralisia no braço ou na perna, a mãe pode ter que pedir permissão ao marido para levar a criança ao centro de saúde. Assim, poderia haver um atraso de vários dias que afetaria a nossa capacidade de colher amostras de fezes e determinar se a criança tem ou não poliomielite.   Os meninos recebem mais vacinas do que as meninas? Em nível global, há pouca discrepância entre meninos e meninas. E há uma incidência mais ou menos igual de casos de poliomielite entre os dois sexos. Mas as estatísticas globais podem mascarar as disparidades em nível local. Sabemos que temos comunidades que não estão sendo alcançadas e precisamos entender por que não estamos chegando a elas. O gênero tem um papel enorme tanto na oferta quanto na demanda da imunização. Quem está fornecendo a vacina, um homem ou uma mulher? Quem é o responsável pela tomada de decisões, a mãe ou o pai? E como o imunizador e o tomador de decisões trabalham juntos?   Que pontos-chave na estratégia de gênero você ajudou a desenvolver para a Iniciativa Global de Erradicação da Pólio (GPEI)? O programa de combate à pólio normalmente envolve mulheres como agentes de saúde porque, em algumas culturas, é mais provável que as mães abram a porta para uma vacinadora do sexo feminino. Mas as mulheres não devem apenas fazer parte da implementação do programa. Elas também devem participar de sua concepção, sendo supervisoras e líderes de equipe, e ocupando cargos em níveis regionais para garantir que estejamos atendendo às necessidades das comunidades. Também precisamos entender por que temos dificuldade em reter vacinadoras. Queremos que elas continuem trabalhando conosco. Devemos examinar nossos dados de uma forma que nos permita compreender melhor o programa e ver onde podem existir lacunas. A coleta e análise de dados separados por sexo nos ajudará a entender se as barreiras relacionadas a gênero estão nos impedindo de alcançar crianças com dose zero (aquelas que não receberam nenhuma vacina) para, então, aperfeiçoar a maneira de planejarmos campanhas em tais países. A nova estratégia da GPEI coloca um enorme foco no engajamento comunitário, considerando os ângulos de oferta e demanda. Como fazer com que os pais queiram levar seus filhos para serem imunizados? Precisamos nos certificar de que os serviços de vacinação oferecidos sejam aceitáveis para os pais.   Além do gênero, existem estratégias que se concentram em outros tipos de diversidade? Nós estamos buscando envolver pessoas com deficiências. E o gênero também abrange o status econômico: várias disparidades são muito mais pronunciadas em diferentes níveis econômicos, bem como em determinados grupos étnicos e etários. Por exemplo, o poder de decisão das mulheres de países em desenvolvimento que não são escolarizadas é mais limitado, o que afeta sua capacidade de tomar decisões sobre cuidados de saúde para a família. Todas essas questões estão interligadas. Na última etapa da erradicação, precisamos fazer o possível para entender quais crianças não estão sendo vacinadas e por quê. A perspectiva de gênero é mais uma maneira de garantir que estejamos alcançando todas as crianças. Os pais têm um papel a desempenhar tanto quanto as mães. Como superar as barreiras para que os homens estejam engajados no processo decisório e permitam que seus filhos sejam imunizados? O Rotary está muito bem posicionado para ser um líder em questões de gênero. Não é responsabilidade apenas das mulheres. É responsabilidade de todos.   Esta matéria foi publicada originalmente na edição de dezembro de 2021 da revista Rotary.

Pets Virtual

No dia 25 de abril de 2022, aconteceu de forma virtual, o Pets para os Presidentes que não puderam comparecer presencialmente.

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