Todas as Publicações do Distrito

Dica de Leitura: “Revolução 50+”

A diversidade, a inclusão e a ampliação do empreendedorismo com propósito através de histórias   O propósito do livro Revolução 50+ é demonstrar que muitos já nesta faixa etária estão se reinventando, se engajando em novas atividades, revendo princípios e atitudes em busca de satisfação e realização do que porventura estava resguardado dentro de si. Os mais "experientes" ensinam e aprendem quando interagem com os mais jovens. E esta é a dinâmica, onde a soma do intercâmbio multigeracional com novos conhecimentos alavanca a motivação para novas descobertas. E a vida flui. Ricardo Soichet, um dos coautores, escreve sobre o tema "Filantropia e Solidariedade" exemplificando com sua experiência na prática. É Diretor de Finanças do Distrito 4571 na Gestão 2021-2022.   LANÇAMENTO Rio de Janeiro: 03 de maio de 2022, às 19HLivraria da Travessa – Barra ShoppingAv. das Américas, 4.666 – Loja 220Barra da Tijuca - RJ   São Paulo: 06 de maio de 2022, às 19HLivraria Cultura – Shopping MaketplaceAv. Dr. Chucri Zaidan, 902 – Piso 1 - Loja 222Vila Cordeiro - SP   Contato: [email protected]

Entendendo o papel dos gêneros na erradicação da pólio

A importância de considerar o gênero em todos os níveis do trabalho de erradicação O vírus selvagem da pólio ainda paralisa crianças no Afeganistão e no Paquistão. Nesses países e em muitos outros, o gênero pode ser uma parte crucial nos esforços de vacinação. É importante considerar como mães e pais tomam decisões sobre os cuidados da saúde dos seus filhos e entender quem em uma comunidade está conduzindo as atividades de imunização, diz Heather Monnet, dirigente de relações externas e ponto focal de gênero para a erradicação da pólio da Organização Mundial da Saúde. Para superar os últimos desafios à eliminação da poliomielite, é fundamental reconhecer a importância das mulheres no programa de erradicação da pólio e derrubar as barreiras relacionadas ao gênero a fim de vacinar todas as crianças contra a doença.   Como as questões de gênero criam barreiras à erradicação da poliomielite?  Nosso objetivo é levar a vacina contra a pólio para todas as crianças. O papel da mãe e do pai é muito importante, e devemos entender a dinâmica entre eles a fim de alcançar o nosso intento. Por exemplo, uma mãe pode querer que seu filho seja vacinado, mas isso exigiria que ela passasse um dia caminhando até um centro de saúde ou mercado – e ela pode não ser capaz de fazer isso a menos que obtenha permissão do marido. Ou, se seu filho adoecer e sofrer paralisia no braço ou na perna, a mãe pode ter que pedir permissão ao marido para levar a criança ao centro de saúde. Assim, poderia haver um atraso de vários dias que afetaria a nossa capacidade de colher amostras de fezes e determinar se a criança tem ou não poliomielite.   Os meninos recebem mais vacinas do que as meninas? Em nível global, há pouca discrepância entre meninos e meninas. E há uma incidência mais ou menos igual de casos de poliomielite entre os dois sexos. Mas as estatísticas globais podem mascarar as disparidades em nível local. Sabemos que temos comunidades que não estão sendo alcançadas e precisamos entender por que não estamos chegando a elas. O gênero tem um papel enorme tanto na oferta quanto na demanda da imunização. Quem está fornecendo a vacina, um homem ou uma mulher? Quem é o responsável pela tomada de decisões, a mãe ou o pai? E como o imunizador e o tomador de decisões trabalham juntos?   Que pontos-chave na estratégia de gênero você ajudou a desenvolver para a Iniciativa Global de Erradicação da Pólio (GPEI)? O programa de combate à pólio normalmente envolve mulheres como agentes de saúde porque, em algumas culturas, é mais provável que as mães abram a porta para uma vacinadora do sexo feminino. Mas as mulheres não devem apenas fazer parte da implementação do programa. Elas também devem participar de sua concepção, sendo supervisoras e líderes de equipe, e ocupando cargos em níveis regionais para garantir que estejamos atendendo às necessidades das comunidades. Também precisamos entender por que temos dificuldade em reter vacinadoras. Queremos que elas continuem trabalhando conosco. Devemos examinar nossos dados de uma forma que nos permita compreender melhor o programa e ver onde podem existir lacunas. A coleta e análise de dados separados por sexo nos ajudará a entender se as barreiras relacionadas a gênero estão nos impedindo de alcançar crianças com dose zero (aquelas que não receberam nenhuma vacina) para, então, aperfeiçoar a maneira de planejarmos campanhas em tais países. A nova estratégia da GPEI coloca um enorme foco no engajamento comunitário, considerando os ângulos de oferta e demanda. Como fazer com que os pais queiram levar seus filhos para serem imunizados? Precisamos nos certificar de que os serviços de vacinação oferecidos sejam aceitáveis para os pais.   Além do gênero, existem estratégias que se concentram em outros tipos de diversidade? Nós estamos buscando envolver pessoas com deficiências. E o gênero também abrange o status econômico: várias disparidades são muito mais pronunciadas em diferentes níveis econômicos, bem como em determinados grupos étnicos e etários. Por exemplo, o poder de decisão das mulheres de países em desenvolvimento que não são escolarizadas é mais limitado, o que afeta sua capacidade de tomar decisões sobre cuidados de saúde para a família. Todas essas questões estão interligadas. Na última etapa da erradicação, precisamos fazer o possível para entender quais crianças não estão sendo vacinadas e por quê. A perspectiva de gênero é mais uma maneira de garantir que estejamos alcançando todas as crianças. Os pais têm um papel a desempenhar tanto quanto as mães. Como superar as barreiras para que os homens estejam engajados no processo decisório e permitam que seus filhos sejam imunizados? O Rotary está muito bem posicionado para ser um líder em questões de gênero. Não é responsabilidade apenas das mulheres. É responsabilidade de todos.   Esta matéria foi publicada originalmente na edição de dezembro de 2021 da revista Rotary.

Pets Virtual

No dia 25 de abril de 2022, aconteceu de forma virtual, o Pets para os Presidentes que não puderam comparecer presencialmente.

Semana Mundial de Imunização 2022

Esta é a Semana Mundial de Imunização!   Junte-se ao Rotary para defender a distribuição equitativa de vacinas, incluindo contra a pólio e a covid19. Como a primeira organização a imaginar um mundo livre da pólio por meio da imunização infantil em massa, o Rotary acredita que a decisão de nos vacinarmos é um dever humanitário. As vacinas são um excelente investimento na saúde e no potencial humano. Vacinas funcionam e o progresso alcançado na luta contra a pólio é prova disso. Desde 1988, Rotary e parceiros reduziram em 99,9% os casos de pólio mundialmente. Não vamos parar até eliminar a doença para sempre. Quando a Pólio Plus foi criada, em 1985, a poliomielite paralisava mais de 1.000 crianças todos os dias em 125 países endêmicos. em 2022, apenas 2 países permanecem endêmicos do vírus selvagem da pólio.  Os associados do Rotary já doaram mais de US$ 2,2 bilhões de dólares e incontáveis horas de trabalho voluntário para eliminar a pólio. Junto com nossos parceiros, imunizamos mais de 400 milhões de crianças anualmente. Por meio da imunização, o Rotary e seus parceiros salvaram cerca de 20 milhões de crianças da paralisia infantil.  A pandemia de covid19 nos lembra que surtos de doenças em qualquer lugar são uma ameaça a todos os lugares. É por isso que o Rotary está mais comprometido do que nunca a eliminar a pólio para proteger todas as crianças, muldialmente. A infraestrutura e a experiência da iniciativa Elimine a Pólio Agora com campanhas de vacinação, vigilância, mobilização social e resposta a surtos são essenciais para o combate, tambem, à covid19.  Ajude o Rotary a aumentar a conscientização sobre a importância da erradicação da pólio e das vacinas durante a Semana Mundial de Imunização, de 24 a 30 de abril. Mostre seu apoio, compartilhe informação, mantenha as cadernetas de vaacinação atualizadas, doe.   5 maneiras que nosso trabalho contra a pólio combate outras doenças, leia mais clicando aqui Para acompanhar o número de casos de Polio até 2022: clique aqui Para doar: clique aqui   #EndPolio#VacinasFuncionam#AgentesdaTrasformação    

Programa Plantando Árvores, Plantando Vidas

O Programa Plantando Árvores, Plantando Vidas, realizado pelo Distrito 4571,  em parceria com a CEDAE, vai  distribuir e plantar 20 mil árvores, Nativas da Mata Atlântica, entre  todos os 103 clubes do Distrito 4571 de RI,  das quais ,  quase 7 mil, até agora,   já foram distribuídas e plantadas , entre comunidades indígenas e 10.500, que  serão distribuídas e plantadas,  100 para cada clube do Distrito, a partir de outubro proximo, até o mês de  janeiro de 2023. Esse programa tem um valor ecológico e ambiental  futuro, que é, simplesmente,  incomensurável. Devemos, todos nós, ter muito orgulho, desse fantástico programa, que é inédito , nos 534 Distritos de Rotary Internacional. Salve o Distrito 4571 . Viva o Centenário do Rotary no Brasil.   Paulo Sergio  Alves da Cruz RC RIO DE JANEIRO

Qual é o escopo da SAÚDE MATERNO-INFANTIL?

Saúde Materna e Infantil refere-se à saúde da mulher durante a gravidez, parto e período pós-natal, e a saúde das crianças menores de cinco anos. Segundo a OMS, nos países em desenvolvimento, 1 em cada 45 mulheres corre o risco de morrer por causas relacionadas à gravidez, parto e cuidados pós-parto, em comparação com 1 em 5.400 nos países desenvolvidos. Cerca de 94% das mortes maternas ocorrem em países em desenvolvimento, e 80% delas podem ser evitadas com acesso a serviços de saúde reprodutiva, assistência pré-natal durante a gravidez, assistência especializada durante o parto e assistência pós-parto. Além disso, estima-se que 5,2 milhões de crianças menores de cinco anos morreram principalmente de causas evitáveis ​​e tratáveis. O Rotary apoia atividades e treinamentos que melhoram a saúde materna e reduzem a mortalidade de crianças menores de cinco anos. Nossos projetos melhoram o acesso aos cuidados, expandem os serviços médicos, fornecem equipamentos médicos e treinam os profissionais de saúde. Esteja você planejando um projeto de serviço, fazendo parceria para um Subsídio Global ou até mesmo buscando se inscrever no concurso de subsídios de Programas de Escala, as intervenções devem ser baseadas em evidências e centradas na comunidade.Rotarianos de todo o mundo têm respondido ao chamado à ação em saúde materno-infantil: estamos treinando profissionais de saúde na Índia, instalando sistemas de vigilância de morbidade e mortalidade materna na Nigéria e imunizando crianças contra doenças evitáveis ​​por vacina nas Ilhas do Pacífico . O Rotary continua comprometido com a saúde materno-infantil, e os associados podem continuar a agir da seguinte forma: Apoiar programas de treinamento para profissionais de saúde e agentes comunitários de saúde; Apoiar projetos que proporcionem acesso ao pré-natal em comunidades carentes e vulneráveis; Educar as pessoas sobre a necessidade de cuidados pré-natais no início da gravidez; Programas de apoio que fornecem imunizações contra doenças evitáveis ​​por vacina para crianças menores de cinco anos; Fornecer informações e acesso a testes e tratamento para HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis e apoiar projetos que trabalhem para a eliminação da transmissão vertical do HIV, aumentando o acesso a testes e medicamentos antirretrovirais. Os rotarianos podem continuar a envolver o Quadro de Assessores Técnicos e Grupos de Ação do Rotary especializados em Saúde Materna e Infantil, organizações comunitárias que atendem a necessidades de saúde semelhantes, e capacitar os membros da comunidade a tomar decisões informadas sobre sua saúde.

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