Dia Mundial da Síndrome de Down
REFLEXÃO GLOBAL SOBRE INSCLUSÃO MARCA A DATA
As Nações Unidas marcam neste 21 de março o Dia Mundial da Síndrome de Down.
Este ano, a data celebra a conclusão da campanha de reflexão global em que usuários de redes sociais expressam o significado da inclusão de pessoas vivendo com a condição na sociedade com a hashtag #InclusionMeans.
CROMOSSOMO 21
A iniciativa promove uma interação com ideias, experiências e conhecimentos sobre a doença cromossômica. A causa é um cromossomo 21 a mais, que resulta em deficiências físicas e intelectuais.
Orientações médicas e sistemas de apoio favorecem participação
dos pacientes na realização de seu potencial.
Outro propósito da campanha foi incentivar habilidades para a defesa da igualdade de direitos das pessoas que vivem com a condição. A taxa global de nascimentos de bebês com a síndrome de Down é de um entre mil ou até 1,1 mil nascidos vivos. As Nações Unidas estimam que entre 3 mil e 5 mil crianças venham ao mundo com a condição por ano.
SOCIAL
Ao destacar a interação global, a organização também busca alcançar os principais envolvidos na questão para que “promovam mudanças positivas” em relação ao tema. Na proclamação da data, observada há uma década, a Assembleia Geral defendeu a conscientização pública sobre a síndrome de Down junto a Estados-membros, organizações internacionais, sociedade civil e setor privado.
Taxa global de nascimentos de bebês com a síndrome de Down
é de um entre mil ou até 1,1 mil nascidos vivos
A ONU ressalta que atualmente é possível melhorar a qualidade de vida de pacientes com síndrome de Down, se suas necessidades de saúde forem atendidas.
CUIDADOS
Os cuidados incluem realizar observações regulares com profissionais do setor para “acompanhar a condição mental e física e fornecer intervenção oportuna nos campos de fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, aconselhamento ou educação especial.” O cuidado e apoio oferecidos pelos pais a seus filhos com síndrome de Down são essenciais para assegurar que tenham uma melhor qualidade de vida. A continuidade das orientações médicas e os sistemas de apoio baseados na comunidade, como educação inclusiva em todos os níveis, também são fatores que favorecem a participação dos pacientes que convivem com o transtorno na sociedade e na realização do próprio potencial.
fotos: ONU/Paulo Filgueiras e Pnud/Danielle Villasana
fonte: ONU News






