𝐏𝐢𝐧𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐦𝐞𝐧𝐬𝐚𝐠𝐞𝐦 𝐧𝐚 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐚𝐫𝐞𝐥𝐚 𝐝𝐨 𝐀𝐧𝐡𝐞𝐦𝐛𝐢
O Escritório Regional da Organização Mundial da Saúde para as Américas, Opas, citou o Brasil ao lado da Argentina, do México e de Cuba como fabricantes estabelecidos de vacinas que ajudaram a imunizar várias gerações de latino-americanos.
A diretora-geral da Opas, Carissa Etienne, afirma que existe um longo caminho a percorrer na proteção de todos. Ela apontou a urgência de mais vacinas na região que é “testada pela pandemia de maneira severa”.
A Opas lembrou que algumas das instalações do Brasil, de Cuba, da Argentina e do México estão sendo preparadas para produzir as vacinas graças a acordos com fabricantes como a AstraZeneca. Mas para atender a demanda, será preciso multiplicar esses esforços.
Cuidados no Brasil
No Brasil ocorre “uma pausa nas tendências decrescentes observadas nas semanas anteriores”. E 90% dos leitos de UIT estão ocupados, um sinal de “alto risco de comunidades não receberem cuidados necessários”.
Em relação aos imunizantes, a Opas defende que é preciso aumentar a produção de toda a cadeia de valor desde os ingredientes usados nas vacinas até os frascos e seringas para aplicá-las, sem que tal comprometa a qualidade.
Oito autoridades regulatórias nacionais podem supervisionar esse trabalho na região com fortes instituições acadêmicas e de pesquisa, capacidade de fabricação existente, sistemas regulatórios robustos e um mecanismo eficaz de aquisição.
A representante realçou ainda que é imprescindível expandir a capacidade regional de fabricação de suprimentos médicos estratégicos, principalmente vacinas, tanto em favor da população como por uma questão de segurança sanitária.
fonte: Nações Unidas
foto: Fabio Bardella & André Michiles






